Durante 20 anos em Portugal, a IURD teve de enfrentar, muitas vezes, a ira de pessoas que se dizem burladas e muitos meios de comunicação social sensacionalistas e mal-intencionados aproveitaram este ponto para tentar levantar velhos mitos. Mas tal como tudo na vida, também esta situação tem duas faces, ou seja, existirão sempre pessoas a reclamar, mas também existem milhões de pessoas que falam bem da instituição.
As ditas peças “informativas” que falam, na grande maioria das vezes, mal da IURD, acabam por cair num contra senso, ao dizerem que a instituição “rouba” as pessoas, mas também que os testemunhos de vidas transformadas são pagos pela mesma. Afinal, entendam-se lá: rouba ou paga?
O que aconteceu em Faro, na passada semana, foi um ato demonstrativo de um profundo desequilíbrio emocional.
Mas não deixa de ser estranho, o “senhor” em questão dizer que tinha vendido tudo e doado à instituição em 2004, ou seja, foi defraudado em 2004 e demora 6 anos a reagir. Não parece estranho? A mim parece-me e muito, pois, quando sinto que sou defraudado não demoro tanto tempo a reagir, muito menos se o valor em questão fosse de 100 mil euros.
Quando se fala de violência doméstica, normalmente, pensa-se em pessoas com poucos recursos, mas parece que essa tendência está a alterar-se, pois estão a surgir cada vez mais casos de famílias com poder económico mais elevado. Realidade que por se passar em famílias de um nível social mais elevado acaba, muitas vezes, por dificultar as investigações e a punição dos agressores.
No total são 66 mil crianças em perigo, número que é de facto assustador, e há que lembrar que este é um crime público, quer isto dizer, que qualquer pessoa pode e deve denunciar uma situação destas, porque ao fazê-lo poderá estar a salvar uma criança de maus-tratos!






