Vigília da Revolta

A semana foi denominada como a da Revolta, e quem neste epíteto se enquadrava não quis deixar de participar num encontro que primou pela revolução em todos os aspetos: no número de horas, no princípio que movia a sua realização e no objetivo que o enformava

Às 22h já estava o auditório principal da Sede Internacional do Centro de Ajuda repleto de revoltados. Na verdade, este era o requisito principal para se participar num encontro que seria tão exigente por parte de todos os seus participantes. Foram, essencialmente, cerca de 8 horas, que terminaram apenas com o raiar do dia. Para muitos, foi uma noite que antecederia um dia de grande sacrifício, já que sairiam dali para ir trabalhar, sem que usufruíssem de uma noite de descanso. Mas a opinião geral foi unânime: “Valeu a pena!”.

Foi uma noite repleta de orações, de louvor e de mensagens especialmente direcionadas para todas as vertentes que dizem respeito à vida da pessoa. Iniciada pelo bp. Júlio Freitas, a Vigília dos Revoltados começou por momentos de oração e louvores sinceros a Deus, sendo seguida por momentos protagonizados pelos vários homens de Deus que estavam no local e que falaram sobre os temas dos encontros semanais do Centro de Ajuda. Prosperidade, Cura, Equilíbrio interior, Harmonia familiar e Libertação espiritual… nenhum aspeto foi descurado e todos os revoltados, qualquer que fosse o foco da sua revolta, tiveram a oportunidade de a exteriorizar na madrugada do dia 17 de março.

O principal ensinamento da noite baseou-se na passagem descrita no Livro de Marcos, capítulo 4, versículo 35. “Deste pequeno trecho podemos extrair 7 ensinamentos práticos e fundamentais para permanecermos firmes até ao fim, pois: 1º É do querer de todos permanecer firmes até ao fim; 2º É do querer de todos começar, mas também concluir; 3º É do querer de todos vencer.

“Naquela dia, sendo já tarde, disse-lhes Jesus: Passemos para a outra margem.” (Marcos 4.35)

“A primeira coisa que nos chama a atenção é a seguinte: mesmo já tarde, depois de um longo dia, cansados, o Senhor Jesus, ainda assim, não se contentou e disse ‘passemos para o outro lado…’ – Ele sempre revelou um carácter revoltado contra a ‘mesmice’ a acomodação, dizendo para os Seus discípulos ‘aprendam comigo… espelhem-se em mim’” – exortou o bispo.

“E eles, despedindo a multidão, o levaram assim como estava, no barco; e os outros barcos o seguiam.” (Marcos 4.36)

“Jesus estava cansado, porém, não acomodado! E uma coisa é muito diferente da outra. Na verdade, os outros viam em Jesus um exemplo, assim como devem ver em nós. O mundo tem influenciado a Humanidade para o que é mau, como a promiscuidade, a violência, etc., dependendo do principado que estiver a atuar sobre aquele país.”, continuou.

“Ora, levantou-se um grande temporal de vento, e as ondas se arremessavam contra o barco, de modo que o mesmo já estava a encher-se de água.” (Marcos 4.37)

“Muitos afirmam que desde que tiveram um encontro com Deus ou vieram para o Centro de Ajuda, a sua vida transformou-se numa tempestade, levantou-se um grande temporal, pois, o que eu lhes digo é o seguinte: Parabéns, pois você está no barco certo, pois quem levanta os temporais não é Jesus e sim o diabo, que tem por objetivo afogar-nos! Quanto ao temporal de vento, este diz respeito aos pensamentos negativos, que vêm contra todos, porém, quem é revoltado resiste a este tipo de pensamentos e substitui-os por pensamentos positivos.”, continuou.

“E Jesus estava na popa, dormindo sobre o travesseiro; eles o despertaram e lhe disseram: Mestre, não te importa que pereçamos?” (Marcos 4.38)

“Jesus estava na popa, conhecida como a ré do navio, isto significa que quem toma as decisões, quem vai na proa, na frente do barco, somos nós. Todavia, Jesus apoia-nos. Ele, na verdade, dormia, estava descansado, pois sabia que nada correria mal, não obstante a tempestade. Porém, a reação dos discípulos mostrou um aspeto apenas: eles estavam acomodados! E assim reagem muitas pessoas, que quando alguma tempestade lhes sobrevem questionam onde está Deus que não as socorre. Ao qual eu respondo que Deus está nos céus, mas estará ao seu lado assim que você fizer a sua parte, que é usar a fé! Quando utilizamos a nossa fé, por meio da revolta, então, Ele faz a parte d’Ele. Como eu costumo dizer: a parte de Deus começa quando a nossa termina. E embora o ser humano muitas vezes deixe a sua parte pela metade, Deus leva sempre a Sua até ao fim!

Existem duas coisas que despertam a Deus: a acomodação e a revolta! A primeira para disciplinar, corrigir, chamar a atenção e a segunda para aprovar, honrar, para determinar o que já foi confirmado por si. Por isso, naquele específico momento, Ele despertando, repreendeu!”

“E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece! O vento se aquietou, e fez-se grande bonança.” (Marcos 4.39)

“Quem quer bonança, saúde, felicidade e paz, tem que se revoltar, porque, se não o fizer vai afundar e nunca alcançará a outra margem. Por isso, Jesus termina com o seguinte…”

“Então, lhes disse: Por que sois assim tímidos?! Como é que não tendes fé?” (Marcos 4.40)

“Eles tinham fé, eram de Deus, mas ficaram intimidados diante do que aconteceu. Se você é tímido, então, é porque é acomodado. A realidade é que todo o acomodado é tímido e todo o tímido é acomodado! E todo o revoltado é atrevido e todo o atrevido é revoltado! A sua timidez pode-lhe destruir, porque faz-lhe ficar inoperante, acomodado, com medo, sempre metido em maus lençóis. Por outro lado, se você é revoltado, até o mar, o vento e as tempestades têm que obedecer à sua voz! O mal e os pensamentos negativos têm que cessar! Não espere pela iniciativa de Deus, pois Ele deu-lhe a fé! O diabo sabe que a sua vitória não apenas irá glorificar a Deus, como evangelizará a outros tantos, por isso fará tudo o que estiver ao seu alcance para se opor à sua fé e impedi-lo de que chegue ao outro lado, ou seja, de que realize os seus objetivos!”, concluiu o bispo.

Sede Internacional do Centro de Ajuda na Europa
Rua Dr. José Espírito Santo nº 36
Bairro das Amendoeiras, Marvila
1950-097 Lisboa

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