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6º Sentido 02/02/2011


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O naufrágio do Titanic


Quando pensamos em eventos que ocorreram na história durante os últimos 100 ou 200 anos, percebemos certos acontecimentos que se destacam como os de grande horror, grande surpresa e grande tristeza. Dos muitos que vêm à mente o mais devastador foi a destruição do World Trade Center, em Nova York, e do naufrágio do Titanic.

As maiores tragédias nos últimos duzentos anos podem ser atribuídas aos jesuítas. Vemos que os jesuítas possam ter planejado e executado o naufrágio do Titanic, mostrando o por quê. No início de 1830, os Estados Unidos não tinham um banco central. Os jesuítas queriam desesperadamente outro banco central no país, a fim de que teriam um reservatório sem fundo de onde tirar dinheiro para suas muitas guerras e outros esquemas hediondos espalhados pelo mundo.

Em 1910, sete homens se reuniram em Jekyll Island, na costa da Geórgia, para criar um banco central, que se chamava Federal Reserve Bank. Estes homens foram Nelson Aldrich e Frank Vanderlip, ambos representando o império Rockefeller; Henry Davison, Charles Norton, e Benjamin Strong, representando JP Morgan e Paul Warburg, representando a dinastia de banqueiros Rothschild da Europa. Fazendo algumas pesquisas, é possível ver que os Rothschild foram os agentes bancários para os jesuítas do papado, mantendo “a chave” para a riqueza da Igreja Católica Romana.

Os Morgans eram concorrentes amigáveis dos Rothschilds, e tornaram-se socialmente próximos deles. A empresa, com sede em Londres, foi salva da ruína financeira em 1857 pelo Banco da Inglaterra, sobre o qual os Rothschilds tinham uma grande influência. Posteriormente, Morgan parece ter servido como um agente financeiro e Rothschild foi aparecendo.

Estas três famílias financeiras, os Rothschilds, Morgans e os Rockefellers fazem a licitação da Ordem dos Jesuítas por causa da infiltração dos jesuítas em suas organizações. Eles fizeram o que foi necessário para destruir a liberdade constitucional nos Estados Unidos para trazer o papa para a dominação mundial. Quando olhamos para trás, ao longo do século 20, vemos o quão bem sucedido os jesuítas foram. Eles continuaram a desperdiçar a riqueza da América e atacam continuamente a constituição e as liberdades civis.

A construção do Titanic começou em 1909, em um estaleiro em Belfast, capital da Irlanda do Norte. A Primeira Guerra Mundial começou poucos anos depois. O Titanic foi um de uma frota de navios de propriedade da White Star Line, uma companhia de transporte marítimo internacional.

O Banco não foi o único negócio em que Morgan tinha um forte interesse. Usando seu controle sobre as ferrovias do país como alavancagem financeira, já que havia criado uma relação de confiança de transporte marítimo internacional, incluía as duas linhas a maiores da Alemanha, mais dois na Inglaterra, da White Star Lines.

Havia um número de ricos e poderosos que deixaram bem claro o fato de não serem a favor da Federal Reserve System. JP Morgan foi condenado pelos jesuítas para a construção do Titanic. Este “inafundável” serviria como o navio de morte para aqueles que se opunham aos planos dos jesuítas, de um sistema da Reserva Federal.

Estes homens ricos e poderosos teriam sido capazes de bloquear a criação do Federal Reserve. Eles tiveram de ser destruídos por um meio tão absurdo que ninguém iria suspeitar sobre um assassinato, e nem sobre os jesuítas. O Titanic era o veículo dessa destruição. A fim de proteger ainda mais o papado e os jesuítas, muitos irlandeses, franceses e italianos católicos que imigraram para o “Novo Mundo” estavam a bordo. Alguns protestantes de Belfast que queriam imigrar para os Estados Unidos também foram convidados a bordo.

Edward Smith foi o capitão do Titanic. Ele tinha viajado nas águas do Atlântico Norte durante vinte e seis anos e era o mestre mais experiente do mundo em trajetos do Atlântico Norte. Ele havia trabalhado para os jesuítas e JP Morgan por muitos anos.

Edward Smith foi um “jesuíta temporário”. Isto significa que ele não era um sacerdote, mas era um jesuíta da túnica curta. Jesuítas não são necessariamente sacerdotes. Os que não são sacerdotes podem servir por meio da sua profissão. Qualquer um poderia ser um jesuíta, e sua identidade não é conhecida. Edward Smith serviu a Ordem dos Jesuítas em sua profissão como um capitão de mar.

Muitos pontos interessantes sobre o Titanic foram discutidos em uma fita de vídeo feita pela National Geographic em 1986. O vídeo é intitulado “The Secrets of the Titanic” (Os segredos do Titanic, em tradução livre). Quando o Titanic partiu do sul da Inglaterra, em 10 de abril de 1912, Francis Browne, o mestre dos Jesuítas de Edward Smith, embarcou no navio. Este homem era o Jesuíta mais poderoso de toda a Irlanda e responde diretamente ao geral da Ordem dos Jesuítas, em Roma.

Por ordem de “Deus”, (o general jesuíta era considerado assim) é lícito matar os inocentes, roubar, cometer adultério, porque ele (o papa) é o senhor da vida e da morte, e de todas as coisas, e assim cumprir seu mandato, é nosso dever. – Brownlee WC, Instruções Secretas dos Jesuítas, a América e a União Cristã dos Negócios Estrangeiros.

Não há registro na história de uma associação, cuja organização ficou por trezentos anos inalterada por todos os assaltos, e que exerceu uma influência tão imensa sobre os destinos da humanidade …, ‘Os fins justificam os meios”, essa é a máxima favorita, e como seu único fim, como demonstramos, é o fim, na sua licitação o jesuíta está pronto para cometer qualquer crime. – GB Nicolini, A História dos Jesuítas, Henry G. Bohn.

Lembremo-nos do juramento que cada pessoa leva para se tornar parte da Ordem dos Jesuítas:

Devo considerar-me como um corpo morto, sem vontade ou inteligência, como um pequeno crucifixo que está ligado sem resistência à vontade de quem o mantém, como uma equipe nas mãos de um homem velho, que usa como ele exige, e se adapta melhor a ele. – RW Thompson, as pegadas dos jesuítas, Hunt e Eaton.

Quando uma pessoa toma o juramento dos jesuítas, está vinculado ao seu mestre até o dia em que ele morre. Edward Smith tornou-se um homem sem vontade ou inteligência. Ele cometeu um crime que a Ordem queria que ele cometesse. Edward Smith foi exigido para o martírio. A bordo do Titanic, naquela noite, Edward Smith sabia o seu dever. Ele estava sob juramento. O navio havia sido construído para os inimigos dos jesuítas. Depois de três dias no mar, o Titanic foi impelido à velocidade cheia – 22 nós – numa noite sem lua, escura, através de uma área gigantesca de gelo – cerca de oitenta quilômetros quadrados. Edward Smith fez isso apesar de pelo menos oito telegramas alertando-o para ser mais cauteloso, porque ele estava indo rápido demais.

Será que Edward Smith precisava de um cuidado? Não, ele havia viajado nessas águas por vinte e seis anos. Ele sabia que havia icebergs naquela área. Mas, oito advertências não parariam este homem que estava sob o juramento dos jesuítas, e sob as ordens de destruir o Titanic.

Uma das maiores tragédias do século XX, o naufrágio do Titanic está na porta da Ordem dos Jesuítas. O navio inafundável, o palácio flutuante, foi criado para ser o túmulo para os ricos, que se opuseram ao Federal Reserve System. Em abril de 1912, toda a oposição à Reserva Federal foi eliminada. Em dezembro de 1913, o Federal Reserve System surgiu nos Estados Unidos. Oito meses depois, os jesuítas tinham fundos suficientes através do banco da Reserva Federal para começar a Primeira Guerra Mundial.

O naufrágio do Titanic foi o que alguns chamam de ritual de Saturno. É válido porque o evento teve um efeito traumático sobre a visão de mundo da infalibilidade da revolução industrial.

Ela derrotou a visão da humanidade de desenvolver tecnologias que poderiam “enganar” os elementos e proteger a humanidade dos caprichos da natureza.

Referência: Jules

Bispo Edir Macedo
bispomacedo.com.br/blog

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110 ou 220?


A Unção de Deus pode ser designada como a energia que recebemos para que os dons e as habilidades que Deus nos concede possam ser accionados. Sem a unção os Dons são inoperantes. Assim como os aparelhos eléctricos ou electrónicos só funcionam se estiverem conectados na tomada para que recebam energia eléctrica fazendo-os funcionar, assim também são os Dons em relação à Unção de Deus. É interessante comparar a Unção de Deus à energia eléctrica, pois ambas assemelham-se muito.

Vejamos:

ENERGIA ELÉCTRICA – Possui vários níveis de intensidade, ex: 110, 220, etc.

UNÇÃO DE DEUS – Também possui níveis de intensidade. Ela tanto pode ser forte ou fraca.

REFERÊNCIA – Actos 6.15

ENERGIA ELÉCTRICA – Pode ser cortada como num caso de blackout.

UNÇÃO DE DEUS – Também poderá ser cortada por Deus se houver pecado ou falta de consagração.

REFERÊNCIA – Sl 51.11

A presença da unção de Deus na vida do cristão é muito importante para que o mesmo possa desempenhar o seu ministério e os dons associados ao mesmo com eficácia e Poder. Porém, para que a Unção de Deus esteja presente na vida do cristão é necessário que se tenha uma vida consagrada e dedicada a Ele e à Sua Palavra. Como obter a unção de Deus:

1.– Lendo, estudando e meditando sobre a Palavra de Deus. I Tm 4.15,16

2.– Obedecendo e praticando a Palavra de Deus. Tg 1.22-25

3.– Orando e mantendo a comunhão regular com Deus. I Jo 1.3

4.– Fugindo do pecado, conservando o coração, a mente e o corpo puros. II Tm 2.21

Como aumentar a Unção de Deus:

A Unção de Deus poderá ser aumentada à medida que nos mantemos fiéis a Ele e ao ministério que Ele nos confiou. A fidelidade, obediência, gratidão e o temor gerarão um nível maior de unção e poder na vida do cristão, porém, essa medida maior de unção não virá da noite para o dia, é necessário que se pague um preço para adquiri-la.

E qual é esse preço? Vejamos alguns:

1.– Oração e jejum. At 13.1-13

2.– Negar-se a si mesmo. Mc 8.34

3.– Obediência e dependência total ao Espírito Santo. Gl 5.25

4.– Desapego a pessoas e coisas materiais. Mt 6.24 e Mt 10.37-38

Enfim, é imprescindível procurar obter esse Poder! Um Evangelista, Obreiro, Pastor, Bispo sem Unção, é como um Ferrari sem gasolina. É muito bonito, porém, não nos leva a lugar nenhum…

Espero que estas comparações e passagens Bíblicas tenham-no ajudado a colocar algo no seu “tanque”.

Por seu servo em Cristo,
Bispo Júlio Freitas
bispojulio.com

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Sorte ou azar?


Sempre que contava com a sorte, perdia. Até que um dia, o Espírito de Deus me revelou que tanto sorte quanto azar vêm da mesma fonte.

Deus nunca prometeu sorte a Sua criatura. Antes, Ele a fez segundo Sua imagem. Isto é, com capacidade de raciocínio para saber plantar a melhor semente.

O espírito que dirige a sorte é o mesmo que comanda o azar. O objetivo é manter suas vítimas dependentes dele. Algumas vezes, as deixa ganhar um pouquinho aqui, um pouquinho ali, para mais tarde tirar tudo.

Assim, os mantêm reféns do vício.

Pobre daqueles que desprezam o dom da sabedoria para decidir a vida na base da sorte.

Não vos enganeis… aquilo que o homem semear, isso também ceifará. Gálatas 6.7

Bispo Edir Macedo
bispomacedo.com.br/blog

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Conversão de uma muçulmana (pt.3)


Eu conheci um casal cristão e depois de contar para eles um pouco dos meus problemas, eles me convidaram para ir à igreja deles buscar ajuda. Eu fui, mas não me chamou a atenção. O pastor dessa igreja tinha muitos problemas também e estava se divorciando da esposa. Eu perdi o interesse em ir e não quis me converter.

No entanto, tudo mudou quando conheci a Igreja Universal. A sogra desse casal era membro da Igreja na Nova Zelândia, e quando veio à Austrália queria conhecer a Igreja aqui. Ela já havia ouvido falar dos meus problemas e me convidou para a reunião de libertação. Ela falou que o bispo usava o poder do Espírito Santo para libertar as pessoas. E eu perguntei: “O que é o Espírito Santo?” Eu nunca havia ouvido isso. Eu não aceitei o convite, mas ela ficou brava comigo. Ela me disse: “Você não está cansada de sofrer? Por que não tenta mais uma vez? O que você tem a perder?” Então, eu aceitei e fui com ela.

Nunca mais vou esquecer o meu primeiro dia na igreja. Parecia que o bispo me conhecia; tudo o que ele estava falando era para mim. Eu chorei muito, mas dessa vez senti uma alívio dentro de mim. Finalmente, havia encontrado o lugar certo, eu sabia isso no meu espírito. Foi o principio da minha luta para vencer.

Eu conversei com o bispo depois da reunião e expliquei sobre a minha situação. Ele falou quer os meus problemas eram espirituais e que eu podia vencê-los em nome de Jesus. Ele falou também que Deus ia unir a minha família de novo, apesar da religião. Na realidade, eu não os queria de volta na minha vida e até pensei que o bispo não havia entendido bem a gravidade dos meus problemas. Mas, ele havia. A diferença é que ele estava olhando para Jesus e eu ainda não havia aprendido a confiar em Deus.

Ninguém precisou me empurrar mais para ir à Igreja. Eu até deixei um trabalho aos domingos quando aprendi como a reunião de domingo de manhã é importante. Passei a participar todas as sextas-feiras e domingos. Mais tarde, comecei a ir também às quartas-feiras.
Muitas vezes, especialmente às sextas-feiras, eu passava mal antes de sair para a Igreja. Eu sabia que era o diabo querendo me impedir. De repente, todo o mundo me convidava para sair sexta à noite. Mas, eu perseverei. Alguns amigos deixaram de falar comigo, mas eu estava decidida a mudar de vida.

A minha libertação demorou algum tempo. Eu tinha muitas dúvidas e precisava sempre falar com os pastores. Eu me sentia como um bebê que precisava de leite. O que me surpreendia é que os pastores estavam sempre dispostos a me ajudar. Nunca ninguém me julgou e sempre me apoiaram, me incentivaram a ir em frente, mais até do que eu podia pedir. Deus me mostrou o verdadeiro amor através da Igreja. Ele não era mau como a minha religião me tinha levado a pensar. Eu nunca havia recebido amor da minha família, mas na Igreja era diferente. Jesus é diferente.

Quando via a estrela de David ou algum símbolo de Israel nos boletins da Igreja, aquilo me incomodava. Toda a minha infância, eu havia aprendido que Israel era meu inimigo. Mas Deus queria que eu deixasse o meu passado por completo. Aos três meses na Igreja decidi me batizar nas águas.

No principio, eu não falei para ninguém sobre a minha fé. Eu tinha medo que alguém falasse com a minha família e eles me confrontassem. Eu já havia fugido de casa e agora, ainda por cima, havia me convertido a Jesus? Era melhor que ninguém soubesse, pensava. Mas, à medida que eu fui ficando mais forte, eu decidi falar para eles. Jesus disse que se nós o negássemos na Terra, ele nos negaria diante do Pai, e eu não queria isso. Um dia, liguei para o meu irmão e contei a verdade. Ele ficou chocado, não queria acreditar no que eu falava.

Eu comecei a orar pela minha família. Perseverei por mais de um ano. Um dia, o meu pai me ligou e deixou uma mensagem dizendo: “Filha, eu não quero saber de qual religião você é. Você pode mudar de religião, mas não pode mudar o fato de que eu sou seu pai. Você sempre vai ser minha filha.” Um milagre aconteceu. Eu fiquei radiante – Deus havia atendido às minhas orações. Uma amiga ainda me avisou que eu deveria me encontrar com eles num lugar público, por segurança, mas eu estava certa que Deus havia mudado o coração deles. Eu estava na fé.

Quando vi o meu pai, ele me abraçou e chorou muito. Me pediu que não o deixasse de fora da minha vida nunca mais. A minha mãe e os meus irmãos demoraram mais tempo a me aceitar. Eu ia na casa deles e eles nem me tocavam, mas pelo menos me aceitaram lá. Eu creio que a seu tempo eles vão vir para Jesus. Houve vezes em eles me ligaram e pediram para orar por eles, quando alguém da família ficou doente.

Eu estou completamente liberta do meus problemas espirituais. Não tenho mais depressão e durmo bem. Fui curada também de um problema que tinha no estômago, que não me deixava comer quase nada. Além disso, Deus tem me abençoado muito na minha vida financeira. Nos últimos anos, consegui trabalhos, sempre um melhor do que o outro, coisas que eu nunca pensei serem possíveis.

Atualmente, trabalho em vendas e apesar de não ter muita experiência sou uma das primeiras na companhia. Vivo por minha conta, tal como eu sonhava. Visito a minha família regularmente e todos eles viram o poder de Deus em mim. Eles reconhecem que eu estou mais forte e respeitam a minha fé.

Para todos aqueles que estão passando por lutas, eu digo: Levante-se e lute. Una a sua fé com a dos pastores na Igreja, ore e você vai se surpreender com o poder de Deus. Não olhe para o tamanho dos seus problemas porque nada é demasiado grande para Deus.

Lily Freeman – Austrália

Leia a primeira e segunda parte do testemunho de Lily.

Bispo Edir Macedo
bispomacedo.com.br/blog

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INSISTIR x DESISTIR


Muitas são as pessoas que não entendem o porquê de não alcançarem o que se propõem nas suas vidas e isso leva-as ao abandono e à negação da sua fé e convicção, isto porque pensam que o problema está na sua fé.

Há quem chegue a afirmar que não alcança o que se propõe porque tem POUCA FÉ quando, na verdade, o tamanho da fé não importa. O próprio CRISTO ensinou-nos que a nossa fé pode ser do tamanho de um grão de mostarda, mas que, se NÃO DUVIDÁSSEMOS, alcançaríamos o que nos tínhamos proposto.

Mas, se o problema não está na minha convicção, aonde estará?

Para que você possa entender melhor, veja o que escrito está nas Sagradas Escrituras:

“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á. E qual de entre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra?”Mateus 7.7

Nós podemos observar no conselho dado por CRISTO o poder que reside em INSISTIR e não DESISTIR, veja que neste texto CRISTO para que não PAREMOS de PERSEGUIR os nossos objectivos, por isso, ELE aconselha-nos a que façamos três COISAS:

1ª Pedir

2ª Buscar

3ª Bater

Interessante que cada um destes conselhos exige de nós uma acção, uma atitude, tanto em PEDIR, como em BUSCAR e BATER, e só assim nós podemos RECEBER, ENCONTRAR e ver as portas a ABRIR-SE.

Interessante ver também que todos os que buscaram ajuda em CRISTO tiveram que INSISTIR, como o caso do paralítico, que a sua INSISTÊNCIA o levou a subir ao TELHADO, levado, claro, pelos seus amigos. O cego de Jericó, a sua INSISTÊNCIA levou-o a gritar e a gritar cada vez mais alto, mesmo sendo repreendido pela multidão ali presente.

Muitos, infelizmente, têm DESISTIDO dos seus objectivos, isso porque pensam que a sua fé e convicção não são suficientes para alcançar os mesmos quando, na verdade, o problema está mesmo na DESISTÊNCIA dessas pessoas, quando o que têm e devem fazer é INSISTIR.

Muitos até pedem, e ficam só pelo pedir, outros pedem e buscam e param por aí, quando o que devemos fazer é pedir, buscar e bater.

O que acontece quando INSISTO e não DESISTO?

Eu RECEBO, ENCONTRO e as portas ABREM-SE para mim, pois, se nós não NEGAMOS o pão aos nossos filhos, imagine CRISTO.

CRISTO não dá pedras a ninguém, ELE dá pão, ELE dá vida.

INSISTIR = PERSISTIR; PERSEVERAR

Por seu servo em Cristo,
Bispo Júlio Freitas
bispojulio.com

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Conversão de uma muçulmana (pt.2)


Aos meus 19 anos, a minha família decidiu voltar para a Austrália. O meu pai arranjou um casamento para mim, mas não foi adiante porque houve um assassinato na família. Para eles, é uma falta de respeito se casar quando morre alguém, e assim eu consegui escapar.

A pesar de morar na Austrália, eu ainda vivia debaixo da influencia dos meus pais. Eles me controlavam em tudo. Eu ia de casa para o trabalho e do trabalho para casa. Às vezes, me autorizavam sair por duas ou três horas, no máximo, e tinha que voltar antes do sol se pôr. Como eu tenho seis irmãos homens, eles me vigiavam, e quando não eram eles, eram os amigos deles.

O meu pai tinha planos de me mandar de volta para a Síria para casar com um muçulmano. Ele punha na minha cabeça que eu estava ficando velha e cheguei a pensar que isso era verdade. Mas eu não queria isso para mim. Como poderia viver dessa maneira e criar filhos numa cultura na qual eu não acreditava?

Foi por essa altura que eu comecei a sofrer com problemas espirituais. Numa noite, eu senti algo em cima de mim – não era um ser humano, mas algo sobrenatural. Aquilo estava me oprimindo. Eu fiquei paralisada de medo, não podia me mover nem gritar. Em pensamento eu clamei ao meu deus por ajuda, mas nada aconteceu. Passado algum tempo, aquilo foi embora, mas eu fiquei apavorada. No dia seguinte, eu falei para o meu pai o que havia acontecido, mas ele me convenceu de que era um pesadelo.

Eu queria mesmo acreditar que havia sido somente um pesadelo, mas foi apenas o princípio. Comecei a ouvir vozes no meu quarto, de noite. Aqueles ataques passaram a acontecer regularmente. Muitas vezes, eu acordava tremendo e depois sentia aquela força sobre mim.

O meu pai decidiu então ir ao líder muçulmano e pegar um feitiço. Ele falou para eu colocá-lo debaixo do travesseiro, mas não podia ler o que estava escrito, pois seria amaldiçoada e até poderia morrer. Eu usei aquilo porque estava desesperada, mas não funcionou. A minha mãe falava para eu ter paciência e continuar tentando e eu fiz o que ela falou. Mas cada vez eu estava pior.

Um dia, decidi devolver aquele amuleto para a minha mãe. Ela me disse que como eu não acreditava, eu estava por minha conta. Nunca me senti tão sozinha como naquele momento. O meu espírito estava atormentado e ninguém me entendia. Eu estava ficando pior, não podia dormir e nem queria, pois tinha medo de ser atacada pelos espíritos. Comecei a sofrer com depressão e com fortes dores no peito. Voltei a pensar em cometer suicídio para escapar daquela dor. Eu estava sofrendo muito e não encontrava paz. O meu mundo estava desabando. Quando eu sorria era apenas de fachada, para esconder a tristeza que havia dentro de mim.

Foi aí que eu decidi fugir de casa. Estava cansada de tudo: problemas, família, trabalho, religião e cultura. Eu liguei para uma amiga e falei para ela que eu estava saindo de casa. Eu sabia que correria risco de vida, pois ia trazer desonra para a minha família, para toda a comunidade, mas ficar não era mais uma opção. Se morrer, pelo menos morro tentando, eu pensava. Fui à polícia para avisar que eu não estava desaparecida, mas havia saído por vontade própria. Voltei para casa e em 10 minutos peguei as minhas coisas e fugi para longe de Sydney. Eu me escondi da minha família.

Comecei a fazer tratamento com uma psicóloga para a depressão. Eu não ousava falar sobre os problemas espirituais porque temia que me internassem num hospital psiquiátrico. A psicóloga me disse que não havia uma cura para a depressão e me receitou comprimidos que não me deixavam dormir. Comecei a tomar comprimidos para dormir, além do outro remédio.

Como isso não estava adiantando, eu fui a médiuns, curandeiros e pessoas que liam cartas. Às vezes, parecia que melhorava um pouco, mas depois voltava tudo ao mesmo. Eu tinha pesadelos terríveis. Por tudo isso, eu perguntava se Deus existia mesmo e por que estava acontecendo tudo aquilo comigo?

Não passou muito tempo até que a minha família me encontrou. O meu pai me negou e disse que já não tinha filha, que ia fingir que eu havia morrido. Mas eu já esperava isso. Eu os havia envergonhado diante da comunidade. Todo o mundo estava falando mal de mim.

Em breve, leia a continuação deste testemunho…

Bispo Edir Macedo
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