O passado não deve interferir no presente!
Muitas pessoas sofrem porque vivem hoje das glórias ou das desgraças do passado. Independente das velhas lembranças serem boas ou más, jamais repercutiram bem nas nossas vidas. Não podemos ficar pensando no passado. Temos que olhar para a frente.
Josué olhava para Moisés, que estava morto. Ele vivia a admirar os feitos deste grande profeta, que foi um um grande líder, ao estabelecer os Dez Mandamentos e dividir as águas do Mar Vermelho. Quando Deus percebeu em
Josué esta intenção, decidiu acordá-lo, dizendo: “Moisés está morto. continua sua obra. Vá nessa tua força!”
Assim Deus nos fala hoje em dia. Devemos consertar os erros cometidos no passado, e procurar errar menos.
No caso de boas lembranças, temos que mantê-las em nosso dia-a-dia.
Esta é a principal preocupação do CdAE: libertá-los do passado.
Para se obter esta desvinculação, é preciso sair do marasmo espiritual em que se vive.
Enquanto preso nas masmorras do passado, ninguém tem condições de viver o presente.
Existem determinadas circunstâncias da vida que nos fazem ficar presos a elas.
Esta é uma armadilha satânica, que possui dois objectivos: destruir o indivíduo, e afastá-lo de Deus. Para que isso não aconteça, é preciso recorrer à Igreja.
A Bíblia diz que ela é o corpo de Cristo.
Ora, os membros de um corpo precisam estar unidos. Assim é a Igreja. Ela, como corpo, tem a função de ajudar
os membros que porventura estejam enfermos, a se restabelecerem e caminhar, unidos numa mesma direcção.
É dentro da Igreja que a pessoa começa a ter disposição de avivar a fé. É na Igreja que nos encontramos com Deus, todos num só objectivo, num só espírito, e numa só fé.
Não adianta ficar sentado, pensando no que passou. Devemos levantar, sacudir a poeira e continuar a nossa caminhada, para encontrar em Deus a solução dos nossos problemas!






