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	<title>IURD Portugal &#187; Sociedade</title>
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	<description>Sacrificando diariamente pelo seu ideal</description>
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		<title>Casamento para toda a vida?!?</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 16:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando analisamos a história do casamento ou, dito de outra forma, a maneira como as famílias têm sido formadas, podemos reparar que no tempo dos nossos avós existiam famílias numerosas, já no tempo dos nossos pais estas começaram a diminuir e no nosso tempo ainda mais, isto tendo o número de filhos como referência. Já quando olhamos para a duração dos casamentos, então, aqui a realidade é outra também nos nossos dias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2012/05/casamento.jpg" alt="" title="casamento" width="500" height="334" class="aligncenter size-full wp-image-44496" /></p>
<p>Quando analisamos a história do casamento ou, dito de outra forma, a maneira como as famílias têm sido formadas, podemos reparar que no tempo dos nossos avós existiam famílias numerosas, já no tempo dos nossos pais estas começaram a diminuir e no nosso tempo ainda mais, isto tendo o número de filhos como referência.</p>
<p>Já quando olhamos para a duração dos casamentos, então, aqui a realidade é outra também nos nossos dias. Nos tempos dos nossos avós existia a ideia pré-concebida de que os casamentos eram mais duradouros, com respeito e amor, sendo encarados como uma instituição muito séria e tendo de ser mantidos contra tudo o que surgisse, até mesmo nos casos onde existia a opressão da violência doméstica. Nos nossos dias, o casamento deixou de ser uma instituição tão respeitada passando a ser banal o famoso casa e descasa. Se no passado, os problemas eram encarados como situações normais, contra as quais se tinha de lutar e ultrapassar, nos nossos dias ao primeiro abalo cada um segue a sua vida. Tem-se observado cada vez mais a desvalorização do casamento, ou seja, recorre-se mais e mais à união de facto, a que algumas pessoas convencionaram chamar de casamento, quando, na realidade, esta nada tem a ver com o casamento.</p>
<p>Muitas pessoas dizem que não é por ter um papel assinado que isso torna uma relação mais ou menos séria, o que não deixa de ser um facto. Mas o casamento é um contrato e ninguém faz um contrato comercial sem um papel assinado, isto porque se confia que a sociedade irá ser rentável. Ora, se na união entre duas pessoas já se parte do pressuposto que algo poderá correr mal e que, por isso, não se assina um papel, bem algo já está a começar relativamente mal. Pois, o assinar o contrato no casamento representa o facto de se estar disposto a levar o “barco a bom porto”.</p>
<p>O casamento deveria ser para a vida toda e visto como uma caminhada feita em conjunto, onde existem duas pessoas que lutam pelos mesmos objectivos e com o mesmo foco, capazes de superar as dificuldades juntas e assim construírem uma família.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>João Filipe</strong><br />
<em>Diretor &#8211; Folha de Portugal</em></p>
<p><br/></p>
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		<title>Dia do Trabalhador ou do Consumidor?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 09:41:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[O 1º de maio de 2012 foi um dos Dias do Trabalhador mais comemorados desde a Revolução dos Cravos, tendo as reivindicações sido naturais e normais por parte das centrais sindicais. Na Alameda D. Afonso Henriques teve lugar a concentração da CGTP, com a Avenida Almirante Reis a servir de “passadeira” à manifestação desta central sindical; já a UGT fez da Avenida da República a sua “passadeira”, com a concentração a ter lugar nos Restauradores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2012/05/multidao-300x225.jpg" alt="" title="multidao" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-44249" />O 1º de maio de 2012 foi um dos Dias do Trabalhador mais comemorados desde a Revolução dos Cravos, tendo as reivindicações sido naturais e normais por parte das centrais sindicais. Na Alameda D. Afonso Henriques teve lugar a concentração da CGTP, com a Avenida Almirante Reis a servir de “passadeira” à manifestação desta central sindical; já a UGT fez da Avenida da República a sua “passadeira”, com a concentração a ter lugar nos Restauradores. Mas tanto o discurso de Arménio Carlos, pela CGTP, e de João Proença, pela UGT, tiveram a tónica na perda de direitos dos trabalhadores.</p>
<p>Todavia, no mesmo dia que deveria ser de festa e não apenas de luta, aconteceu que uma cadeia de hipermercados fez uma promoção revolucionária, com descontos de 50 por cento para quem fizesse compras de valor igual ou superior a 100. Daí que as manifestações dos trabalhadores passaram de primeiro para segundo plano na imprensa do dia seguinte e nos fóruns das rádios foi debatida a legalidade ou ilegalidade desta promoção. Ora o principal motivo da festa do 1º de maio passou para segundo lugar e é este facto que nos deve deixar a pensar no real valor das celebrações do Dia do Trabalhador.</p>
<p>Tive a oportunidade de estar na Alameda no Dia do Trabalhador e pude ver que estavam, realmente, muitas pessoas mesmo na festa da CGTP. Ainda que, possivelmente, uma boa parte dos presentes pareceu me que nem seriam sindicalizados, mas estariam ali para mostrar que os trabalhadores ainda valorizam o dia que lhes é destinado. Mas pude ver no rosto de muita gente a dor porque estão a passar devido à conjuntura atual e o mais interessante é que vi famílias inteiras – pai, mãe e filhos de tenra idade – onde as crianças não estavam apenas num passeio, mas parecia que estavam a absorver tudo o que se passava à sua volta.</p>
<p>Quanto aos níveis de consumismo e de selvajaria por que se passou nas lojas da cadeia do referido hipermercado, resta-me dizer que isto apenas mostra que as reacções explosivas não estão tão longe como se poderia pensar, estando, como diz o povo, “à flor da pele!”.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>João Filipe</strong><br />
<em>Diretor &#8211; Folha de Portugal</em></p>
<p><br/></p>
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		<title>38 anos depois do 1° de maio</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 08:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[1974 foi um ano histórico para Portugal, uma vez que se conseguiu vencer o regime de ditadura, através do golpe de Estado feito pelos capitães de abril, muitos dos quais tinham estado na Guerra do Ultramar, que foi vista como um dos maiores erros do Governo de Salazar. Nos primeiros dias de liberdade, o país passou de uma fase de depressão coletiva, para a histeria também coletiva, criando-se a ideia de que tudo seria diferente e de que se passaria de um período muito mau para um paraíso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2012/04/1maio.jpg" alt="" title="1maio" width="600" height="229" class="aligncenter size-full wp-image-43936" /></p>
<p>1974 foi um ano histórico para Portugal, uma vez que se conseguiu vencer o regime de ditadura, através do golpe de Estado feito pelos capitães de abril, muitos dos quais tinham estado na Guerra do Ultramar, que foi vista como um dos maiores erros do Governo de Salazar.</p>
<p>Nos primeiros dias de liberdade, o país passou de uma fase de depressão coletiva, para a histeria também coletiva, criando-se a ideia de que tudo seria diferente e de que se passaria de um período muito mau para um paraíso. Muitas empresas e Bancos próximos do antigo regime foram nacionalizados, inúmeras pessoas foram presas e apelidadas de fascistas. E, com a tão falada reforma agrária, muitas pessoas viram as suas terras ocupadas indevidamente. Portanto, aquelas que lutaram pela liberdade de expressão quando tiveram o “poder” nas mãos tomaram atitudes muito pouco livres e democratas, enfim, o processo de liberdade não teve um bom início.</p>
<p>O 1° de maio de 1974 foi o primeiro Dia Mundial do Trabalhador comemorado em liberdade no nosso país e, possivelmente, esse foi o ano em que esta comemoração teve um significado maior. Embora, na minha opinião, os homens da política da época tenham perdido uma oportunidade de criar um país melhor, uma vez que tiveram nas mãos a hipótese de reformular tudo, no entanto, criaram uma situação que, com o passar dos anos, tem vindo a mostrar-se como um sistema desequilibrado.</p>
<p>Todavia, o 25 de abril de 1974 foi e continua a ser um marco importante para todos nós e ainda bem que aconteceu! No entanto, estamos a viver uma liberdade um pouco “podre”, uma vez que temos um jornalista a não ver o seu contrato renovado, depois de ter feito uma crónica na Antena 1 criticando a visita do ministro Miguel Relvas a Angola; assim como o jornalista João Gobern, depois de ter comemorado um golo do Benfica em direto, ser dispensado pela direção da RTP Informação. Já no tempo do Governo de José Sócrates, dirigentes da área da educação foram afastados por criticarem as políticas do Executivo.</p>
<p>Isto para não falar da forma como, alegadamente, o anterior primeiro-ministro pressionava as direções dos jornais. Por isso, não nos devemos esquecer de que “a nossa liberdade começa onde termina a dos outros!”.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>João Filipe</strong><br />
<em>Diretor &#8211; Folha de Portugal</em></p>
<p><br/></p>
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		<title>Superar&#8230; na 1ª pessoa</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 15:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora algumas fotos possam ferir a sensibilidade do leitor, estas não são ficcionais e muito menos têm efeitos especiais. Cada caso selecionado e que figura nesta 1ª edição deste jornal foi cuidadosamente escolhido, estudado e confirmada a sua veracidade. Porque eram os ‘enjeitados’ da Sociedade, os casos perdidos, os ‘irrecuperáveis’, a sua voz tinha que ser ouvida para que outros milhões se possam fazer ouvir no futuro. Portadores de cancros mortais, criminosos, traficantes, viciados, assassinos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Superar&#8230; na 1ª pessoa </strong></p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:600px;height:400px" id="2be6bd10-7b9e-eb22-e859-04c306295ca3" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120214173131-9c0e5b68c40840629334916099e553c1" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:600px;height:400px" flashvars="mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120214173131-9c0e5b68c40840629334916099e553c1" /></object></div>
<p><br/><br />
Embora algumas fotos possam ferir a sensibilidade do leitor, estas não são ficcionais e muito menos têm efeitos especiais. Cada caso selecionado e que figura nesta 1ª edição deste jornal foi cuidadosamente escolhido, estudado e confirmada a sua veracidade. Porque eram os ‘enjeitados’ da Sociedade, os casos perdidos, os ‘irrecuperáveis’, a sua voz tinha que ser ouvida para que outros milhões se possam fazer ouvir no futuro. </p>
<p>Portadores de cancros mortais, criminosos, traficantes, viciados, assassinos&#8230; todos condenados, mas todos também contrariaram o rótulo que lhes tinha sido atribuído: “já não há nada a fazer&#8230;”. “EU ERA ASSIM&#8230;”, é como reza cada início de história de mudança de vida e é por isso que nenhum outro nome seria tão adequado para esta nova publicação.Mas, vamos aos factos, o que tinham ou fizeram estas pessoas? Em alguns casos nem é preciso que lhe contemos a história, mas&#8230; o que tinham de especial para que o seu caso específico contrariasse as expectativas? </p>
<p>A resposta é apenas uma: NADA! Sim, nada&#8230; porque a reviravolta não se deveu a elas especificamente, mas ao que elas fizeram quando deparadas com a oportunidade da sua vida: AGIRAM! A porta sempre esteve lá, elas apenas passaram por ela e, sem preconceitos, receberam conselhos práticos e inteligentes, ao seu dispor para que SUPERASSEM a sua condição.<br />
<br/></p>
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		<title>A mudança na lei</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 09:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Há cinco anos foi despenalizada a interrupção voluntária da gravidez, vulgo aborto, até às 10 semanas. Na altura, a mensagem transmitida pelos defensores do “sim” era a de que, desta forma, a mulher teria melhores condições, seria restringido o flagelo do aborto clandestino e até poderia mesmo vir a diminuir o número de mulheres que recorrem a esta prática. Já a lei anterior não considerava crime a mulher fazer o aborto em caso de má formação do feto, a saúde da mãe estar em risco ou se esta tivesse sido vítima de violação, no entanto, este teria de ser feito com menos semanas do que as atuais 10.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2012/02/preg.jpg" alt="" title="preg" width="250" height="200" class="alignleft size-full wp-image-41015" />Há cinco anos foi despenalizada a interrupção voluntária da gravidez, vulgo aborto, até às 10 semanas. Na altura, a mensagem transmitida pelos defensores do “sim” era a de que, desta forma, a mulher teria melhores condições, seria restringido o flagelo do aborto clandestino e até poderia mesmo vir a diminuir o número de mulheres que recorrem a esta prática. Já a lei anterior não considerava crime a mulher fazer o aborto em caso de má formação do feto, a saúde da mãe estar em risco ou se esta tivesse sido vítima de violação, no entanto, este teria de ser feito com menos semanas do que as atuais 10. Ora estas condições excecionais não satisfaziam os defensores do “sim” e, hoje, a mulher pode abortar seja qual for a razão da sua decisão. E passados cinco anos da nova lei, os resultados não são os que foram apregoados aquando da campanha para o referendo, uma vez que foram feitos 80 mil abortos desde a sua legalização, a uma média de 16 mil por ano, representando 43 abortos, em média, por dia. Mas se estes números já nos podem deixar surpreendidos, o mais grave ainda é que 13.500 deste total foram repetições.</p>
<p>Ora aqui entra uma das argumentações mais comum entre os defensores do “não” e que se confirmou até em certa parte, ou seja, o aborto passou a ser utilizado por algumas mulheres como meio contracetivo. E é aqui que reside o grande problema! Não quero com isto dizer que sou a favor de que as mulheres sejam penalizadas, mas julgo que os argumentos que Constituição Portuguesa já defendia eram suficientes, podendo, no entanto, ser melhorados no que diz respeito ao limite do tempo para fazer um aborto.</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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		<title>Motivação versus desmotivação</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 09:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Em cada dia deste “novo” ano, sim porque ainda só passaram 43 dias de 2012 e faltam 323 dias para 2013, o panorama noticioso do país tem primado por mostrar as grandes dificuldades dos portugueses. Só os dados sobre o desemprego que nos chegam mensalmente não são lá muito animadores, uma vez que já existem mais de 800 mil pessoas no desemprego. E, deste número, os jovens licenciados sem trabalho já são mais de 30%. Se há uns anos atrás não existia mão-de-obra qualificada, hoje em dia esta começa a ter cada vez mais habilitações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2012/02/motivate.jpg" alt="" title="motivate" width="250" height="200" class="alignleft size-full wp-image-40621" />Em cada dia deste “novo” ano, sim porque ainda só passaram 43 dias de 2012 e faltam 323 dias para 2013, o panorama noticioso do país tem primado por mostrar as grandes dificuldades dos portugueses. Só os dados sobre o desemprego que nos chegam mensalmente não são lá muito animadores, uma vez que já existem mais de 800 mil pessoas no desemprego. E, deste número, os jovens licenciados sem trabalho já são mais de 30%.</p>
<p>Se há uns anos atrás não existia mão-de-obra qualificada, hoje em dia esta começa a ter cada vez mais habilitações, contudo, não existe trabalho para que possa ser utilizada e assim valorizar a produção portuguesa. E o que se observa cada vez mais é o facto de os patrões portugueses terem menos qualificações do que os seus trabalhadores. Portanto, daí poderemos concluir de que é que adianta ter uma produção qualificada, se a gestão continua a ser amadora.</p>
<p>Apesar de existirem muitos movimentos de jovens precários, o que aí se observa é a desmotivação generalizada da população mais qualificada e jovem, quando estes deveriam ser “poços” de motivação. Pois, só pessoas muito motivadas podem superar as dificuldades da vida! E a realidade é que não podemos querer que tudo corra a nosso favor, uma vez que é nos tempos de dificuldade que os bons se distinguem dos maus, nas diversas áreas de atividade.</p>
<p>Então, onde é que se pode obter motivação em tempos difíceis? Nesta edição apresentamos algumas pessoas, de norte a sul do nosso país, que, mesmo em períodos de crise, conseguiram superar as dificuldades e abrir o seu próprio estabelecimento comercial ou aumentar a sua faturação. Tudo porque passaram a participar nos cursos de motivação do Centro de Ajuda. Afinal, quando a motivação é interior esta acaba por produzir mais efeito, uma vez que não depende de nenhum elemento externo que não se consiga controlar, logo cada um só dependerá de si próprio para vencer.</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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		<title>Temos &#8220;pavio curto&#8221;?</title>
		<link>http://iurd.pt/temos-pavio-curto/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 10:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Vivemos numa Sociedade cada vez mais do imediato, ou seja, queremos tudo para ontem, onde os níveis de stress são muito elevados, a competitividade é cada vez maior a todos os níveis, o desemprego atinge valores históricos e a incerteza laboral é também mais um fator desestabilizador. Enfim, se procurarmos podemos encontrar muitas razões para explicar, ou pelo menos tentar, o facto de cada vez mais as pessoas terem o “pavio curto”. Mas, na realidade, o que mais contribui para essa situação é a perda de respeito pelo semelhante e a ausência de paciência e tolerância.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2012/02/ahh.jpg" alt="" title="ahh" width="600" height="246" class="aligncenter size-full wp-image-40317" /></p>
<p>Vivemos numa Sociedade cada vez mais do imediato, ou seja, queremos tudo para ontem, onde os níveis de stress são muito elevados, a competitividade é cada vez maior a todos os níveis, o desemprego atinge valores históricos e a incerteza laboral é também mais um fator desestabilizador. Enfim, se procurarmos podemos encontrar muitas razões para explicar, ou pelo menos tentar, o facto de cada vez mais as pessoas terem o “pavio curto”. Mas, na realidade, o que mais contribui para essa situação é a perda de respeito pelo semelhante e a ausência de paciência e tolerância, pois, hoje em dia, exige-se respeito sem o dar primeiro.</p>
<p>Basta conduzir dentro de uma cidade para se perceber que as pessoas perdem a paciência e as estribeiras muito rapidamente e, em muitos casos, tornam-se mesmo muito agressivas e mal-educadas. E, então, num jogo de futebol esta situação é ainda mais notória, pois, já assisti a partidas em vários estádios e posso confirmar que tanto homens como mulheres utilizam um vernáculo muito baixo para ofender aqueles que, na sua opinião, prejudicam a sua equipa. Mas o mais espantoso é que, na maioria das vezes, são adultos acompanhados de crianças, inclusive já assisti mesmo a lutasentre adeptos do mesmo clube.</p>
<p>A instabilidade social é colocada, muitas vezes, como justificação para estas atitudes, mas, na realidade, estas demonstram apenas uma perda de valores na Sociedade, a qual origina a perda de respeito e assim se encontram muitos escapes para a falta de civismo, aprendendo-se a “descarregar” nos outros as próprias frustrações, a chamada “rebocada” em cadeia, desde o chefe até ao estagiário todos têm de sentir o mesmo gosto amargo.</p>
<p>Nos dias atuais é muito complicado controlar o “pavio”, mas, o facto de se achar muito bom ser de “pavio curto” poderá trazer muitos dissabores e problemas sérios, tanto no trabalho como na vida familiar. Pois, as palavras são como uma semente que depois de “lançada” dá sempre fruto, podendo é não ser o desejado.</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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		<title>Novas regras</title>
		<link>http://iurd.pt/novas-regras/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 09:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi apelidado por muitos como um dia histórico, por outros como um acordo ruinoso para a classe trabalhadora, mas a realidade é que o acordo de concertação social foi assinado entre o Governo e os parceiros sociais, ficando de fora apenas a CGTP. E muitas críticas foram feitas a João Proença, tendo este sido apelidado de traidor por parte dos sindicatos afetos à CGTP. Contudo, o mesmo defendeu-se dizendo que o acordo foi melhorado em relação ao que estava escrito no memorando de entendimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2012/01/shovel.jpg" alt="" title="shovel" width="600" height="309" class="aligncenter size-full wp-image-39980" /></p>
<p>Foi apelidado por muitos como um dia histórico, por outros como um acordo ruinoso para a classe trabalhadora, mas a realidade é que o acordo de concertação social foi assinado entre o Governo e os parceiros sociais, ficando de fora apenas a CGTP. E muitas críticas foram feitas a João Proença, tendo este sido apelidado de traidor por parte dos sindicatos afetos à CGTP. Contudo, o mesmo defendeu-se dizendo que o acordo foi melhorado em relação ao que estava escrito no memorando de entendimento, que o Governo do PS, liderado por Sócrates e subscrito por PSD e CDS/ PP, ou seja, João Proença revelou que escolheu a opção menos má.</p>
<p>E, muitas vezes, na vida somos levados a ter de optar entre o mau e o menos mau, portanto, penso que este acordo é um reflexo desta situação. Visto que a opção seria permanecer preso a um código de trabalho muito rígido, que serviria como inibidor para os empresários contratarem trabalhadores. E aqui coloca-se a seguinte questão: qual é, afinal, a situação desejável? Claro que seria existirem 30 dias de férias úteis, o salário mínimo ser de €1.000, o salário médio de €1.500, não existirem trabalhadores a recibos verdes, nem contratos a termo certo, pagarmos poucos impostos, termos um serviço público totalmente gratuito e um nível de vida elevado, mas esta é uma visão romântica e utópica da realidade, pois, isto não acontece em parte nenhuma do Mundo.</p>
<p>Em quase 38 anos de democracia, o nosso país melhorou muito em muitos pontos, já que nada se compara às situações que se viviam tanto nos tempos da monarquia, como da ditadura. Todavia, não foram lançados os bons alicerces económicos e, agora, estamos a pagar um preço muito elevado. Mas e soluções?!? Então, como é que se pode criticar um acordo que ainda nem sequer entrou em vigor? Vamos mas é “arregaçar as mangas” e colaborar, porque se, no fim, as coisas não estiverem melhores, então, poderemos “julgar” e “condenar” os culpados. E lembre mo-nos de que criticar antes das medidas serem implementadas é um gesto de má fé!</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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		<title>Mudanças e mais mudanças</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 09:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com todos os estereótipos que foram criados, muitas pessoas, principalmente as mulheres, encetaram uma corrida desenfreada às cirurgias estéticas. E se, em alguns casos, as operações plásticas são realmente necessárias para corrigir problemas físicos, contribuindo para um aumento da autoestima, já noutros estas poderão ser consideradas apenas um vício. E, nos últimos tempos, foi levantada uma polémica sobre uma marca de implantes mamários que tem causado muitos problemas às mulheres que os utilizaram.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2012/01/2-1.jpg" alt="" title="2-1" width="600" height="246" class="aligncenter size-full wp-image-39787" /></p>
<p>Com todos os estereótipos que foram criados, muitas pessoas, principalmente as mulheres, encetaram uma corrida desenfreada às cirurgias estéticas. E se, em alguns casos, as operações plásticas são realmente necessárias para corrigir problemas físicos, contribuindo para um aumento da autoestima, já noutros estas poderão ser consideradas apenas um vício. </p>
<p>E, nos últimos tempos, foi levantada uma polémica sobre uma marca de implantes mamários que tem causado muitos problemas às mulheres que os utilizaram. Mas a minha pergunta é a seguinte: não será o silicone o problema? Independentemente da marca? E porque é que ninguém critica a situação? Porque este é um mercado muito rentável e que movimenta muitos lobbies e milhões.</p>
<p>O presidente da República disse que a recuperação portuguesa passa por regressar à agricultura. Contudo, esta é uma mudança muito grande e difícil de se fazer, uma vez que, aquando da adesão de Portugal à então CEE, o nosso país recebeu muitos subsídios para desenvolver o país, mas estes tinham como contrapartida a perda de produção nacional. Mas agora é preciso dinamizar este setor, pois, temos muitas terras abandonadas que poderiam produzir o suficiente para abastecer o nosso mercado interno, diminuindo as importações e criando a oportunidade de podermos exportar. Só que para este setor ser muito competitivo terá de existir um forte investimento, para que os custos de produção possam ser menores e mais competitivos.</p>
<p>A China mudou pelo menos a nível económico, ou nem por isso, pois, no essencial tudo se vai mantendo. Um país assumidamente comunista que começou por contornar as exportações com o facto de “semear” as famosas lojas chinesas pelo Mundo. Para depois começar a adquirir a dívida pública de muitos países, sendo já um dos maiores credores dos EUA. Só que há coisas que não mudam, pois, a China continua a ser o país onde a pena de morte é mais usada, só que por ser quem é, isto é, um país com uma economia forte, ninguém reclama os direitos humanos, nem lhe impõe um embargo.</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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		<title>Nomeações</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:53:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo português vendeu os 21% de ações que lhe restavam do capital da EDP, tendo esta venda sido feita a uma empresa chinesa, a qual conseguiu superar propostas vindas de outras brasileiras e alemãs, tornando-se assim a maior accionista da EDP. Mas o facto de ser uma empresa chinesa a comprar as ações do Estado não foi a única decisão polémica...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2012/01/edp-300x123.jpg" alt="" title="edp" width="300" height="123" class="alignleft size-medium wp-image-39468" />O Governo português vendeu os 21% de ações que lhe restavam do capital da EDP, tendo esta venda sido feita a uma empresa chinesa, a qual conseguiu superar propostas vindas de outras brasileiras e alemãs, tornando-se assim a maior accionista da EDP. Mas o facto de ser uma empresa chinesa a comprar as ações do Estado não foi a única decisão polémica, tendo levantado muita celeuma e críticas os nomes e os salários dos novos membros do conselho consultivo, já que estes pertencem aos partidos políticos que sustentam a maioria. Todavia, nenhuma destas nomeações teve a indigitação do Governo, pelo menos de uma forma direta, já que foram indicadas pelo conselho de administração, o qual é completamente privado. Já a questão do valor dos salários é um problema a nível da direção da empresa.</p>
<p>Contudo, o Governo que, durante a campanha eleitoral, usou como “bandeira” o facto de que não usaria o expediente, tantas vezes utilizado em Portugal, do “clientelismo” político, acabou por revelar uma outra realidade. Também outras nomeações levantaram polémica, falamos agora das feitas para a empresa do setor empresarial do Estado, Águas de Portugal, onde foram designados autarcas ligados ao PSD, coincidência ou não!?!</p>
<p>Afinal, as nomeações para lugares de destaque numa empresa são uma situação normal, já que nenhum presidente de um conselho de administração irá escolher para dirigir áreas importantes da sua empresa pessoas em quem não confie. Logicamente que este irá escolher pessoas da sua confiança. Contudo, o que mais choca nas nomeações para o setor público não são as nomeações em si, mas o facto de estas obedecerem à cor partidária e não à competência. E as críticas ainda me deixam mais consternado, porque só são feitas às pessoas em questão por serem do partido A, B ou C e não pela capacidade ou incapacidade das mesmas. Afinal, as críticas só deveriam ser feitas após à execução das tarefas! Só que mais do que as críticas, os nomeados deveriam ser responsabilizados pela sua gestão. Se esta for boa seriam premiados, mas se for danosa seriam punidos de forma civil e criminal. Assim, acredito que existiria mais respeito pela gestão dos bens públicos!</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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