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	<title>IURD Portugal &#187; Sociedade</title>
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	<description>Ajudando a realizar o seu maior sonho!</description>
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		<title>Novas regras</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 09:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi apelidado por muitos como um dia histórico, por outros como um acordo ruinoso para a classe trabalhadora, mas a realidade é que o acordo de concertação social foi assinado entre o Governo e os parceiros sociais, ficando de fora apenas a CGTP. E muitas críticas foram feitas a João Proença, tendo este sido apelidado de traidor por parte dos sindicatos afetos à CGTP. Contudo, o mesmo defendeu-se dizendo que o acordo foi melhorado em relação ao que estava escrito no memorando de entendimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2012/01/shovel.jpg" alt="" title="shovel" width="600" height="309" class="aligncenter size-full wp-image-39980" /></p>
<p>Foi apelidado por muitos como um dia histórico, por outros como um acordo ruinoso para a classe trabalhadora, mas a realidade é que o acordo de concertação social foi assinado entre o Governo e os parceiros sociais, ficando de fora apenas a CGTP. E muitas críticas foram feitas a João Proença, tendo este sido apelidado de traidor por parte dos sindicatos afetos à CGTP. Contudo, o mesmo defendeu-se dizendo que o acordo foi melhorado em relação ao que estava escrito no memorando de entendimento, que o Governo do PS, liderado por Sócrates e subscrito por PSD e CDS/ PP, ou seja, João Proença revelou que escolheu a opção menos má.</p>
<p>E, muitas vezes, na vida somos levados a ter de optar entre o mau e o menos mau, portanto, penso que este acordo é um reflexo desta situação. Visto que a opção seria permanecer preso a um código de trabalho muito rígido, que serviria como inibidor para os empresários contratarem trabalhadores. E aqui coloca-se a seguinte questão: qual é, afinal, a situação desejável? Claro que seria existirem 30 dias de férias úteis, o salário mínimo ser de €1.000, o salário médio de €1.500, não existirem trabalhadores a recibos verdes, nem contratos a termo certo, pagarmos poucos impostos, termos um serviço público totalmente gratuito e um nível de vida elevado, mas esta é uma visão romântica e utópica da realidade, pois, isto não acontece em parte nenhuma do Mundo.</p>
<p>Em quase 38 anos de democracia, o nosso país melhorou muito em muitos pontos, já que nada se compara às situações que se viviam tanto nos tempos da monarquia, como da ditadura. Todavia, não foram lançados os bons alicerces económicos e, agora, estamos a pagar um preço muito elevado. Mas e soluções?!? Então, como é que se pode criticar um acordo que ainda nem sequer entrou em vigor? Vamos mas é “arregaçar as mangas” e colaborar, porque se, no fim, as coisas não estiverem melhores, então, poderemos “julgar” e “condenar” os culpados. E lembre mo-nos de que criticar antes das medidas serem implementadas é um gesto de má fé!</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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		<title>Mudanças e mais mudanças</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 09:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com todos os estereótipos que foram criados, muitas pessoas, principalmente as mulheres, encetaram uma corrida desenfreada às cirurgias estéticas. E se, em alguns casos, as operações plásticas são realmente necessárias para corrigir problemas físicos, contribuindo para um aumento da autoestima, já noutros estas poderão ser consideradas apenas um vício. E, nos últimos tempos, foi levantada uma polémica sobre uma marca de implantes mamários que tem causado muitos problemas às mulheres que os utilizaram.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2012/01/2-1.jpg" alt="" title="2-1" width="600" height="246" class="aligncenter size-full wp-image-39787" /></p>
<p>Com todos os estereótipos que foram criados, muitas pessoas, principalmente as mulheres, encetaram uma corrida desenfreada às cirurgias estéticas. E se, em alguns casos, as operações plásticas são realmente necessárias para corrigir problemas físicos, contribuindo para um aumento da autoestima, já noutros estas poderão ser consideradas apenas um vício. </p>
<p>E, nos últimos tempos, foi levantada uma polémica sobre uma marca de implantes mamários que tem causado muitos problemas às mulheres que os utilizaram. Mas a minha pergunta é a seguinte: não será o silicone o problema? Independentemente da marca? E porque é que ninguém critica a situação? Porque este é um mercado muito rentável e que movimenta muitos lobbies e milhões.</p>
<p>O presidente da República disse que a recuperação portuguesa passa por regressar à agricultura. Contudo, esta é uma mudança muito grande e difícil de se fazer, uma vez que, aquando da adesão de Portugal à então CEE, o nosso país recebeu muitos subsídios para desenvolver o país, mas estes tinham como contrapartida a perda de produção nacional. Mas agora é preciso dinamizar este setor, pois, temos muitas terras abandonadas que poderiam produzir o suficiente para abastecer o nosso mercado interno, diminuindo as importações e criando a oportunidade de podermos exportar. Só que para este setor ser muito competitivo terá de existir um forte investimento, para que os custos de produção possam ser menores e mais competitivos.</p>
<p>A China mudou pelo menos a nível económico, ou nem por isso, pois, no essencial tudo se vai mantendo. Um país assumidamente comunista que começou por contornar as exportações com o facto de “semear” as famosas lojas chinesas pelo Mundo. Para depois começar a adquirir a dívida pública de muitos países, sendo já um dos maiores credores dos EUA. Só que há coisas que não mudam, pois, a China continua a ser o país onde a pena de morte é mais usada, só que por ser quem é, isto é, um país com uma economia forte, ninguém reclama os direitos humanos, nem lhe impõe um embargo.</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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		<title>Nomeações</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:53:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo português vendeu os 21% de ações que lhe restavam do capital da EDP, tendo esta venda sido feita a uma empresa chinesa, a qual conseguiu superar propostas vindas de outras brasileiras e alemãs, tornando-se assim a maior accionista da EDP. Mas o facto de ser uma empresa chinesa a comprar as ações do Estado não foi a única decisão polémica...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2012/01/edp-300x123.jpg" alt="" title="edp" width="300" height="123" class="alignleft size-medium wp-image-39468" />O Governo português vendeu os 21% de ações que lhe restavam do capital da EDP, tendo esta venda sido feita a uma empresa chinesa, a qual conseguiu superar propostas vindas de outras brasileiras e alemãs, tornando-se assim a maior accionista da EDP. Mas o facto de ser uma empresa chinesa a comprar as ações do Estado não foi a única decisão polémica, tendo levantado muita celeuma e críticas os nomes e os salários dos novos membros do conselho consultivo, já que estes pertencem aos partidos políticos que sustentam a maioria. Todavia, nenhuma destas nomeações teve a indigitação do Governo, pelo menos de uma forma direta, já que foram indicadas pelo conselho de administração, o qual é completamente privado. Já a questão do valor dos salários é um problema a nível da direção da empresa.</p>
<p>Contudo, o Governo que, durante a campanha eleitoral, usou como “bandeira” o facto de que não usaria o expediente, tantas vezes utilizado em Portugal, do “clientelismo” político, acabou por revelar uma outra realidade. Também outras nomeações levantaram polémica, falamos agora das feitas para a empresa do setor empresarial do Estado, Águas de Portugal, onde foram designados autarcas ligados ao PSD, coincidência ou não!?!</p>
<p>Afinal, as nomeações para lugares de destaque numa empresa são uma situação normal, já que nenhum presidente de um conselho de administração irá escolher para dirigir áreas importantes da sua empresa pessoas em quem não confie. Logicamente que este irá escolher pessoas da sua confiança. Contudo, o que mais choca nas nomeações para o setor público não são as nomeações em si, mas o facto de estas obedecerem à cor partidária e não à competência. E as críticas ainda me deixam mais consternado, porque só são feitas às pessoas em questão por serem do partido A, B ou C e não pela capacidade ou incapacidade das mesmas. Afinal, as críticas só deveriam ser feitas após à execução das tarefas! Só que mais do que as críticas, os nomeados deveriam ser responsabilizados pela sua gestão. Se esta for boa seriam premiados, mas se for danosa seriam punidos de forma civil e criminal. Assim, acredito que existiria mais respeito pela gestão dos bens públicos!</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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		<title>2012, o ano da mudança!</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 09:30:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitas são as alterações que estão previstas para o novo ano que agora se inicia, começando no Serviço Nacional de Saúde, passando pelos impostos, pela educação, pelos transportes, pelo serviço de TV... Para os políticos, 2012 traz uma interpretação diferente sobre o que poderá acontecer. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2012/01/2012_s0c1.jpg" alt="" title="2012_s0c" width="300" height="200" class="alignleft size-full wp-image-38899" />O ano que agora começa foi anunciado como sendo de viragem, tanto a nível económico, como social e político. E, segundo muitos comentadores, nada mais será como antes conhecíamos, queira isto dizer o que for, funcionando tanto para o bem como para o mal. A maioria dos meios de comunicação social tem trazido a “lume” os vários aumentos em diversas áreas e bens, também mostrando todos os tipos de cortes que irão ser realizados no que diz respeito à despesa pública, com maior enfâse na saúde, pois, esta é a área onde se irão registar as maiores subidas de taxas e a perda de alguns benefícios. </p>
<p>Contudo, não vejo muitas pessoas a dizerem que de facto temos que mudar radicalmente de hábitos e de deixar o consumismo desenfreado, ou seja, de ser mais comedidos, de sermos uma sociedade “muito” menos dependente do Estado e que chegou o momento de provarmos que somos capazes de nos reinventar e de reconstruir um país mais justo. Muitos até irão chamar-me de romântico, utópico ou, simplesmente, louco, mas a estes respondo: sim, sou romântico, pois, acredito no meu país e sei que somos capazes; utópico, talvez, podemos nunca ter um país perfeito, mas podemos ser bem melhores; louco, sim, de facto sou, mas por poder contribuir para um futuro melhor para os nossos filhos e netos.</p>
<p>Vejo esta crise aguda que vivemos como um crivo, onde só os duros ou bons conseguem superar as dificuldades, querendo isto dizer que nem todos conseguem superar, mas os que aguentarem ficarão muito mais fortes. E, digo mais, estes tempos difíceis, na minha opinião, são os melhores para se criar uma empresa ou abrir um comércio. Não, não perdi o tino! Pense que se começar agora a sua empresa ou abrir a sua loja terá de lidar com as dificuldades de mercado e de liquidez e sem financiamento, o que dará ao seu negócio uma estrutura para suportar melhor qualquer outra adversidade. Portanto, vamos “arregaçar as mangas” e lutar para mudar a situação, em vez de criticar tudo o que “mexe”!</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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		<title>2012, o ano da mudança!</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 09:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitas são as alterações que estão previstas para o novo ano que agora se inicia, começando no Serviço Nacional de Saúde, passando pelos impostos, pela educação, pelos transportes, pelo serviço de TV... Para os políticos, 2012 traz uma interpretação diferente sobre o que poderá acontecer. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2011/12/2012_fp.jpg" alt="" title="2012_fp" width="250" height="250" class="alignleft size-full wp-image-38468" />Muitas são as alterações que estão previstas para o novo ano que agora se inicia, começando no Serviço Nacional de Saúde, passando pelos impostos, pela educação, pelos transportes, pelo serviço de TV&#8230; Para os políticos, 2012 traz uma interpretação diferente sobre o que poderá acontecer. Tanto para o Governo como para os partidos que sustentam a maioria, este ano será um ano de viragem, marcado pelas reformas que visam relançar a nossa economia; já para os partidos da oposição será um ano em que a crise se irá agudizar, pois, as medidas que estão a ser adotadas apenas irão trazer mais sofrimento, miséria e desigualdade social. Contudo, o que irá acontecer ninguém consegue prever, nem o Governo nem os seus opositores.</p>
<p>Só a mudança do sinal de televisão de analógico para digital está a levantar muita polémica, tendo já sido assim nos concelhos-piloto. Porém, agora existem aldeias junto às fronteiras onde não irá sequer existir sinal, onde apenas se pôde receber, em meados deste ano, televisão via satélite, com um custo superior a 100¤. Embora este até possa ser um sinal com melhor qualidade, não deixa de causar polémica.</p>
<p>E, afinal, quantas não são as pessoas que chegam ao fim de cada ano com a ideia de “ano novo vida nova”, mas tudo não passa de retórica, ou seja, é uma expressão de circunstância que fica sempre bem dizer, mas que raramente corresponde a uma atitude forte de mudança.</p>
<p>Agora, quero dirigir-me a todos os leitores do nosso jornal, para lhes deixar uma mensagem: que todos possam ter uma vida melhor independentemente das suas condições. Todavia, existem alguns pormenores que serão necessários observar: 1. reconhecer que se tem estado acomodado/a; 2. querer mudar; 3. ter atitudes de mudança; 4. ser perseverante. Pois, não basta dizer que se deseja que com o ano novo venha uma vida nova, sendo, portanto, necessário ter atitudes diferentes para se poderem ter resultados também eles diferentes. E o desafio que lanço a todos os que não estão satisfeitos com a sua vida é o seguinte: adotem atitudes diferentes (positivas) em relação aos anos anteriores.</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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		<title>A lei da vida</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Dec 2011 09:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diz a sabedoria popular que “tudo na vida é conseguido através de sacrifício”, bastando para isso olharmos para todas as áreas da nossa vida para podermos constatar que esta é a mais pura verdade. Contudo, existem vários tipos de sacrifício: por exemplo, nos últimos oito anos, pelo menos, temos ouvido os dirigentes políticos pedirem sacrifícios ao povo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2011/12/corrida.jpg" alt="" title="corrida" width="250" height="200" class="alignleft size-full wp-image-38092" />Diz a sabedoria popular que “tudo na vida é conseguido através de sacrifício”, bastando para isso olharmos para todas as áreas da nossa vida para podermos constatar que esta é a mais pura verdade. Contudo, existem vários tipos de sacrifício: por exemplo, nos últimos oito anos, pelo menos, temos ouvido os dirigentes políticos pedirem sacrifícios ao povo, cada vez que querem aumentar os impostos; também os pais pedem aos filhos sacrifícios nos estudos para, no futuro, terem melhores condições de trabalho; enfim, em tudo o que se faz na vida, seja de uma forma explícita ou implícita, este faz parte da vida de todos, ainda que algumas pessoas possam até pensar que não.</p>
<p>A realidade é que tudo na nossa vida acarreta um sacrifício inerente, ou seja, um trabalhador que deseje receber o seu ordenado terá de sacrificar dia após dia em prol do seu objetivo, um bom advogado ou médico terá de sacrificar anos de estudo para conseguir construir e firmar a sua carreira profissional. Também uma relação amorosa exige sacrifícios, querendo isto dizer que é necessário tanto homens como mulheres deixarem alguns dos seus hábitos de solteiro/a para poderem ter um casamento bem-sucedido. Já para não falar dos sacrifícios que os pais fazem para que os filhos possam ter uma vida melhor do que eles próprios tiveram.</p>
<p>Contudo, o pior é que se instalou um conceito da “lei do menor esforço”, como se tudo o que acontece na nossa vida tivesse de acontecer apenas porque sim e que cabe sempre aos outros suprir as nossas próprias necessidades. Mas, de facto, só se consegue conquistar algo de valor quando existe um sacrifício! E esta atitude é a mais democrática que poderemos adotar na nossa vida, uma vez que todos temos capacidade para fazer e cada um receberá na justa proporção do que sacrificar. Esta é, afinal, uma lei natural da vida.</p>
<p>Todos nós temos uma de duas opções: acomodamo-nos ou lutamos. Ora a primeira é mais fácil, pois, não exige qualquer esforço e assim podemos reclamar de tudo e de todos. Já a segunda opção passa por sacrificar por um objetivo, exigindo-se, então, trabalho e esforço. E eis que se avizinha um novo ano de dificuldades, cabendo-lhe a si escolher o seu caminho: acomodar-se ou sacrificar pelos seus objetivos. No final, a escolha é sempre sua!</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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		<title>Rejeitar ou ser rejeitado?!</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Dec 2011 09:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ninguém gosta de ser rejeitado, o que é fácil de perceber, uma vez que todo o ser humano precisa de ter um apoio, contudo, existem rejeições e rejeições. Ora se somos rejeitados por uma pessoa que não nos é muito próxima, logo isso não terá grande efeito na nossa autoestima. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2011/12/2-14.jpg" alt="" title="2-14" width="250" height="200" class="alignleft size-full wp-image-37811" />Ninguém gosta de ser rejeitado, o que é fácil de perceber, uma vez que todo o ser humano precisa de ter um apoio, contudo, existem rejeições e rejeições. Ora se somos rejeitados por uma pessoa que não nos é muito próxima, logo isso não terá grande efeito na nossa autoestima. Já se esta rejeição for de um filho para com os seus progenitores ou destes para com os seus filhos, do marido para com a esposa ou vice-versa, este género de rejeição terá efeitos muito dolorosos na vida de uma pessoa.</p>
<p>Afinal, sabe muito bem ter sempre um apoio em vez de se ser rejeitado, porque, normalmente, esta atitude é acompanhada de situações de desprezo, o que, realmente, leva a que a pessoa que é vítima de rejeição sofra muito. E, agora, existem estudos que provam que as famosas dores de amor podem ser tão ou mais graves do que as dores físicas. Se para tratar a segunda opção é apenas necessária a prescrição de medicação, já no primeiro caso, segundo os cientistas, só se cura o problema com um novo amor. </p>
<p>Embora, muitas pessoas façam de Deus o culpado de tudo o que de mau acontece no Mundo, gostava de deixar aqui um exemplo: se um pai, que tem muitas condições financeiras e é muito influente no meio social, for rejeitado pelo seu filho e se este o desprezar, fazendo tudo errado e nunca querendo o seu auxílio em nada, sendo até preso, como poderá o pai interferir? De maneira nenhuma!!! Ora, quando o ser humano rejeita Deus como é que este pode, depois, exigir que Ele lhe faça tudo de bom e o livre das coisas más da vida?!? Portanto, se nós sendo rejeitados tentamos, muitas vezes, conquistar a pessoa que nos rejeitou, Deus também tem feito o mesmo com os Seus filhos, desde a criação do Mundo. Porém, no meio disto tudo, existe um detalhe que, muitas vezes, é esquecido por muitas pessoas: Deus é justo! Assim como um pai ou uma mãe sabem dar, negar ou retirar algo a um filho por considerarem que isso é melhor ou pior para o seu rebento, Deus é infinitamente mais justo do que todos os seres humanos!</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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		<title>Corrupção, um mal grave</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Dec 2011 09:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dizia-se, no tempo dos nossos avós e pais, que para se conseguir um bom emprego era preciso uma licenciatura, mas, nos tempos atuais, mais do que uma boa formação académica é necessário o fator “C”, ou seja, a famosa cunha. Portanto, ou se tem um bom conhecimento ou não se tem um bom emprego. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2011/12/corruption.jpg" alt="" title="corruption" width="250" height="200" class="alignleft size-full wp-image-37554" />Dizia-se, no tempo dos nossos avós e pais, que para se conseguir um bom emprego era preciso uma licenciatura, mas, nos tempos atuais, mais do que uma boa formação académica é necessário o fator “C”, ou seja, a famosa cunha. Portanto, ou se tem um bom conhecimento ou não se tem um bom emprego. A corrupção é um mal muito grande, uma vez que não se consegue fazer prova da mesma com muita facilidade, porque as pessoas que têm tais práticas tentam nunca deixar rasto. Mas a verdade é que não existem “crimes” perfeitos, o que nos leva ao grande problema da investigação, já que esta esbarra quase sempre em imperativos burocráticos. Então, a pergunta que se coloca é a seguinte: quem é que criou as leis? </p>
<p>A quem é que interessa tanta burocracia? Quem cria as leis é a Assembleia da República, já quanta à resposta à segunda questão prefiro abster-me de lhe responder. E muitos têm sido os casos que têm vindo a público, a saber: “Moderna”, “Independente”, “FREEPORT”, “Saco Azul” de Felgueiras, “Portucal”, “Braga Parque”, “Submarinos”, “BPP”, “Isaltino Morais”, “BPN”, “Compra da TVI pela PT” e “ Face Oculta”, isto só para citar os mais mediáticos, contudo, só por aqui já temos matéria suficiente para analisar. Depois, de uma breve e rápida observação, quais foram os responsáveis punidos exemplarmente? Lembro-me dos casos “Moderna”, “Saco Azul” de Felgueiras e “Isaltino”. Nos dois últimos, houve condenação, mas num deles por fuga para o Brasil e no outro por ainda estar a correr um dos 29 recursos feitos pela defesa. Muitos destes casos avançam da investigação para uma fase de julgamento, baseados em escutas telefónicas, que, de facto, são muito esclarecedoras, mas porque não foram autorizadas por um juiz não são consideradas válidas para o processo. Isto até parece um absurdo, uma vez que nas escutas está a voz da pessoa, sendo os termos claros para favorecer A em detrimento de B, mas, por uma questão burocrática, muitas vezes a “santa culpa morre velhinha e solteira”, em Portugal.</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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		<title>Sonhos</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 09:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os Estados Unidos eram chamados de país dos sonhos e de terra de todas as oportunidades, mas, nos dias que correm, esse conceito já não é tão líquido assim. Pois, a Europa criou uma união, o chamado “sonho europeu”, no pós 2ª Grande Guerra Mundial, com o objetivo de evitar novos confrontos e de criar um Estado único e mais solidário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2011/12/sinai_§.jpg" alt="" title="sinai_§" width="250" height="200" class="alignleft size-full wp-image-37366" />Os Estados Unidos eram chamados de país dos sonhos e de terra de todas as oportunidades, mas, nos dias que correm, esse conceito já não é tão líquido assim. Pois, a Europa criou uma união, o chamado “sonho europeu”, no pós 2ª Grande Guerra Mundial, com o objetivo de evitar novos confrontos e de criar um Estado único e mais solidário. E, desde meados de 2008, que os EUA estão a viver uma crise em “banho-maria”, tendo deixado de serem vistos como o país que conseguia resolver os seus problemas económicos e financeiros sozinho. Já a Europa, desde o início da construção do sonho europeu, sofreu grandes evoluções, visto, nos dias de hoje, vários países da Europa de Leste fazerem parte da União Europeia. E um dos seus grandes objetivos era o da criação de um Estado federal, ou seja, toda a Europa ser comandada por um só Governo e legislação, onde cada Estado seria apenas autónomo (a exemplo dos EUA). Outro dos seus objetivos era o da moeda única e se o primeiro foi chumbado aquando do Tratado de Lisboa, já o segundo foi posto em prática há cerca de 10 anos.</p>
<p>Todavia, também este já conheceu melhores dias, pois, parece estar a ser uma moeda em vias de extinção. Num tempo em que os líderes políticos não conseguem transmitir sonhos às populações e em que as pessoas estão cada vez mais descrentes relativamente a tudo e a todos, a pergunta que se impõe é a seguinte: será possível acreditar em alguma coisa? Ou em alguém? E a resposta é sim! Afinal, os pastores e bispos da IURD transmitem nas suas mensagens uma esperança de otimismo, em que os sonhos são realizáveis, mediante uma fé viva. E, na passada semana, os líderes da IURD subiram a uma montanha emblemática a nível do panorama bíblico, o Monte Sinai, que é considerado o altar natural de Deus, com o intuito de levarem os maiores problemas e sonhos diante do Deus Altíssimo. E a prova de que estes sacrifícios são válidos são os testemunhos que transcrevemos no nosso jornal, de pessoas que têm vivido esta mesma fé.</p>
<p>Portanto, é necessário manter a esperança e a confiança de que os nossos sonhos podem ser realizados, contudo, nunca deveremos esquecer de que cada um dos nossos sacrifícios trará sempre as respetivas realizações.</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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		<title>Como está o país&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 13:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As notícias de que temos vindo a tomar conhecimento não são muito animadoras, pois, são-nos apresentados apenas os cortes e os aumentos, parecendo que não existe nenhum aspeto positivo, quando, na verdade, é em momentos como este que cada pessoa poderá pensar em aproveitar para se poder destacar. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2011/11/portugal.jpg" alt="" title="portugal" width="161" height="250" class="alignleft size-full wp-image-37222" />As notícias de que temos vindo a tomar conhecimento não são muito animadoras, pois, são-nos apresentados apenas os cortes e os aumentos, parecendo que não existe nenhum aspeto positivo, quando, na verdade, é em momentos como este que cada pessoa poderá pensar em aproveitar para se poder destacar. Normalmente, existe a ideia de que nestas fases só as empresas grandes conseguem subsistir, mas, na realidade, pode não ser bem assim, uma vez que estas têm estruturas muito extensas o que não lhes permite muita flexibilidade na gestão das margens de lucro. Contudo, também não deixa de ser verdade que se estas tiverem uma boa estrutura financeira poderão superar melhor estes momentos difíceis. Já no caso de uma empresa mais pequena, esta terá muitas dificuldades, visto ter uma situação muito mais exposta aos fatores externos. </p>
<p>Todavia, por ter uma estrutura mais pequena poderá fazer uma melhor gestão das margens, querendo isto dizer que pode ser reduzida ao máximo. Afinal, mais vale ganhar menos, mas permanecer a ganhar e continuando a ter oportunidades de se inserir em novos mercados. Só que na grande maioria das entrevistas que passam nos noticiários só conseguimos observar os comerciantes e o público em geral a reclamarem da situação. Mas deixem-me abrir aqui um parênteses, desde sempre que se ouvem nas entrevistas de rua os comerciantes a lamentarem- se que, a cada ano que passa, as vendas têm vindo a diminuir; já do lado dos compradores existe sempre a ideia de que os gastos vão ser menores; mas, a realidade, é que depois não se verifica nada disto. Afinal, o mais importante é que cada pessoa tenha a noção de que, neste momento de dificuldade, temos todos de arregaçar as mangas e de lutar para não deixarmos a nossa vida cair. Pois, se cada um de nós conseguir levar a sua vida adiante, esta já será uma boa ajuda para fazer o nosso país sair da situação em que se encontra. Só que se, em vez disso, optarmos por reclamar, manifestar e nada fazer também é certo que nada irá mudar! Não quero com isto dizer que não devam existir manifestações, pois, estas são não só um dever, mas também um direito, só que mais do que isso deve existir uma consciência de que este é o momento de mudar de atitude e de lutarmos para ser um país grande.</p>
<p style="text-align: right;">JOÃO FILIPE<br />
<strong>Diretor da Folha de Portugal</strong></p>
<p><br/></p>
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