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	<title>IURD Portugal &#187; Sociedade</title>
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	<description>Ajudando a realizar o seu maior sonho!</description>
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		<title>Amizades nos momentos difíceis</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 11:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Um amigo de verdade faz muito mais do que consolar, proteger e acolher. São nos maus momentos da vida que essas relações se solidificam.

O dicionário define como amigo aquele que mantém uma relação de afeto com alguém, demonstrando-lhe simpatia, consolando, protegendo, defendendo e o acolhendo quando necessário. Na prática, ser amigo quer dizer muito mais. E é nos momentos difíceis que as verdadeiras amizades se solidificam.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #cd853f;"><em>Um amigo de verdade faz muito mais do que consolar, proteger e  acolher. São nos maus momentos da vida que essas relações se solidificam. </em></span></p>
<p><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/amigos.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14896" title="amigos" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/amigos.jpg" alt="" width="200" height="142" /></a>O dicionário define como amigo aquele que mantém uma relação de afeto com alguém, demonstrando-lhe simpatia, consolando, protegendo, defendendo e o acolhendo quando necessário. Na prática, ser amigo quer dizer muito mais. E é nos momentos difíceis que as verdadeiras amizades se solidificam.</p>
<p>Algumas pessoas preservam suas amizades desde a infância. Outras têm grandes amigos da época da escola ou da faculdade. Também há aqueles que se relacionam melhor com os colegas de trabalho. Independentemente da origem dessas relações, elas podem ser imprescindíveis quando menos se espera.</p>
<p>Segundo uma pesquisa matemática realizada por dois autores, Fowler e Christkis, a chance de uma pessoa ser feliz aumenta 15% quando ela está ligada diretamente a outra que também é feliz. Além disso, muitos defendem que, fora a felicidade e os sentimentos bons, os amigos ainda podem proporcionar oportunidades inimagináveis.</p>
<p>“Pense na hipótese de conquistar um trabalho em determinada empresa ou loja por uma simples indicação. Para isso, é preciso conhecer alguém, que conheça outro alguém, que trabalhe na empresa e pronto: você terá como enviar o seu currículo indicado por uma pessoa de confiança daquele grupo”, exemplifica o escritor e administrador de empresas Anderson Cavalcante.</p>
<p>Ele enfatiza que cultivar amizades é mais importante do que costumamos classificar. “Normalmente, na correria diária, deixamos de notar o que realmente significa contar com alguém que nos escute, aconselhe, levante a nossa autoestima, nos force a repensar opiniões, exponha outros valores ou simplesmente esteja ao nosso lado para jogar um papo fora”.</p>
<p><span style="color: #cd853f;"><strong>Bons amigos surpreendem</strong></span></p>
<p>O empresário Luiz Antônio, de 33 anos, sabe como é bom poder contar com a ajuda de um amigo de verdade. Em 2004, após o pai sofrer uma parada cardíaca, precisando passar por uma delicada cirurgia no coração, ele se surpreendeu com o apoio recebido de Carlos Oliveira, alguém que conhecia havia pouco tempo, mas que foi bastante solidário nessa hora.</p>
<p>“Sou do estado de Rondônia, e quando o meu pai foi transferido para um hospital na cidade de São Paulo, o Carlos e a esposa dele me ofereceram um lugar para ficar. Em um momento como esse, no qual ficamos totalmente desorientados, ele me acompanhou em todos os instantes, tendo o cuidado, inclusive, de conversar com os médicos e me tranquilizar sobre o estado de saúde do meu pai.”</p>
<p>Passado o susto, Luiz afirma que será eternamente grato ao amigo por tudo o que ele fez, pois, certamente, sem esse suporte, teria sido muito mais difícil enfrentar aquela situação.</p>
<p><em>Fonte: http://www.arcauniversal.com/comportamento/noticias/amizades_nos_momentos_dificeis-1537.html</em></p>
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		<title>Violência gratuita!</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 15:36:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA["Durante 20 anos em Portugal, a IURD teve de enfrentar, muitas vezes, a ira de pessoas que se dizem burladas e muitos meios de comunicação social sensacionalistas e mal-intencionados aproveitaram este ponto para tentar levantar velhos mitos. 

Mas tal como tudo na vida, também esta situação tem duas faces, ou seja, existirão sempre pessoas a reclamar, mas também existem milhões de pessoas que falam bem da instituição..."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/coracao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14761" title="coracao" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/coracao.jpg" alt="" width="100" height="100" /></a>Durante 20 anos em Portugal, a IURD teve de enfrentar, muitas vezes, a ira de pessoas que se dizem burladas e muitos meios de comunicação social sensacionalistas e mal-intencionados aproveitaram este ponto para tentar levantar velhos mitos. Mas tal como tudo na vida, também esta situação tem duas faces, ou seja, existirão sempre pessoas a reclamar, mas também existem milhões de pessoas que falam bem da instituição.</p>
<p>As ditas peças “informativas” que falam, na grande maioria das vezes, mal da IURD, acabam por cair num contra senso, ao dizerem que a instituição “rouba” as pessoas, mas também que os testemunhos de vidas transformadas são pagos pela mesma. Afinal, entendam-se lá: rouba ou paga?</p>
<p>O que aconteceu em Faro, na passada semana, foi um ato demonstrativo de um profundo desequilíbrio emocional.</p>
<p>Mas não deixa de ser estranho, o “senhor” em questão dizer que tinha vendido tudo e doado à instituição em 2004, ou seja, foi defraudado em 2004 e demora 6 anos a reagir. Não parece estranho? A mim parece-me e muito, pois, quando sinto que sou defraudado não demoro tanto tempo a reagir, muito menos se o valor em questão fosse de 100 mil euros.</p>
<p>Quando se fala de violência doméstica, normalmente, pensa-se em pessoas com poucos recursos, mas parece que essa tendência está a alterar-se, pois estão a surgir cada vez mais casos de famílias com poder económico mais elevado. Realidade que por se passar em famílias de um nível social mais elevado acaba, muitas vezes, por dificultar as investigações e a punição dos agressores.</p>
<p>No total são 66 mil crianças em perigo, número que é de facto assustador, e há que lembrar que este é um crime público, quer isto dizer, que qualquer pessoa pode e deve denunciar uma situação destas, porque ao fazê-lo poderá estar a salvar uma criança de maus-tratos!</p>
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		<title>A reforma!</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 14:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA["Esta prestação social é dada pelo Estado às pessoas que atingem 65 anos, pelo menos por enquanto, mas nem sempre este foi um direito dos trabalhadores, tendo sido criado com um bom espírito, a fim de ajudar a diminuir as desigualdades sociais. 

Só que a realidade é bem diferente, pois existem grandes diferenças entre as maiores pensões e as mínimas, para pessoas que trabalharam toda uma vida, tendo começado mesmo no tempo do Estado Novo..."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/idosos-futuro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14539" title="idosos-futuro" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/idosos-futuro.jpg" alt="" width="179" height="134" /></a>Esta prestação social é dada pelo Estado às pessoas que atingem 65 anos, pelo menos por enquanto, mas nem sempre este foi um direito dos trabalhadores, tendo sido criado com um bom espírito, a fim de ajudar a diminuir as desigualdades sociais. Só que a realidade é bem diferente, pois existem grandes diferenças entre as maiores pensões e as mínimas, para pessoas que trabalharam toda uma vida, tendo começado mesmo no tempo do Estado Novo.</p>
<p>Contudo, quantas não são as pessoas que quando têm de receber a prestação social acabam, muitas vezes, por auferir um valor muito baixo? Isto quando temos casos de outras pessoas que, por terem ficado um mandato em determinados cargos políticos ou mesmo no setor financeiro, passaram a ter direito a uma reforma “choruda”.</p>
<p>O mais escandaloso ainda é o acúmulo de pensões, quando depois os “benditos” dos cortes são sempre feitos por baixo, ou seja, para os que já ganham o mínimo. E lembram-se que até parece que tinha caído o “carmo e a trindade” quando Pedro Passos Coelho sugeriu que iria lutar para que não se acumulassem pensões e para que se mantivessem os ordenados dos cargos ocupados, tanto no Parlamento como nas empresas públicas ou até em algumas organizações privadas. Logo este foi acusado de populista, surgindo as críticas da parte do PS. Ora não deixa de ser estranho que um partido socialista manifeste este tipo de repulsa!</p>
<p>A grande discussão que acredito que se vai levantar é: se o regime de pensões da Segurança Social deverá permanecer unicamente na “mão” do Estado ou se poderiam ser os privados a tomar conta deste assunto; ou, então, se poderíamos ter um sistema misto, isto é, cada cidadão decidia se descontava para Segurança Social ou para uma entidade privada.</p>
<p>Vamos lá ver se o alvo se altera, porque já chega de bater sempre no mesmo! Existe um samba de Zeca Pagodinho, que tem um verso que “reza” assim: “Vê se me erra!”</p>
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		<title>Maus costumes</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 14:38:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Está a disputar-se a maior prova de futebol e nos estádios dos jogos do Mundial ainda não existem registos de confrontos entre as claques, muito pelo contrário. 

Pode-se até observar, pelas transmissões dos jogos em direto, que existe uma sã convivência entre os adeptos das seleções adversárias, tal como deveria ser em todos os jogos de futebol. 

Afinal, não passa de um simples jogo, não é uma guerra entre o país A e o país B para conquistar terras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/confronto.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14331" title="confronto" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/confronto.jpg" alt="" width="217" height="143" /></a>Está a disputar-se a maior prova de futebol e nos estádios dos jogos do Mundial ainda não existem registos de confrontos entre as claques, muito pelo contrário. Pode-se até observar, pelas transmissões dos jogos em direto, que existe uma sã convivência entre os adeptos das seleções adversárias, tal como deveria ser em todos os jogos de futebol. Afinal, não passa de um simples jogo, não é uma guerra entre o país A e o país B para conquistar terras.</p>
<p>A verdade é que tem sido bonito observar o espírito futebolístico, pois, à margem dos jogos realizados no país organizador vão-se organizando em muitas cidades por esse Mundo fora muitos “mini-estádios” com ecrãs gigantes, que provocam um grande ajuntamento de fãs do desporto-rei. Mas o que se passou no fim do Portugal X Brasil, no Parque das Nações e em Setúbal, é inaceitável!</p>
<p>Os confrontos, no primeiro local entre os adeptos da seleção brasileira e a polícia, terminam com esta a disparar balas de borracha. Os adeptos dizem que existiu excesso de autoridade, já a polícia afirma que apenas respondeu a provocações. Afinal, quem é que tem razão? Os agredidos nunca vão dizer que provocaram a polícia, nem esta irá dizer que abusou da autoridade. Então, como se resolve este problema?</p>
<p>Já, em Setúbal, as coisas foram bem mais complexas, pois existiu uma rixa entre os adeptos, acabando mesmo um homem cabo-verdiano por ser hospitalizado, depois de ter sido esfaqueado por um cidadão brasileiro. Tudo isto após o histórico jogo.</p>
<p>Tristes histórias para um jogo que colocou frente a frente dois países “irmãos”, duas culturas tão próximas, dois passados históricos tão importantes e tão ricos!</p>
<p>Não nos podemos esquecer de uma máxima de quando éramos crianças: “perder ou ganhar é desporto”.</p>
<p><em>Fonte: Folha de Portugal</em></p>
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		<title>Solidão&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 11:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA["A solidão é um estado de espírito que tem vindo a disseminar-se com o passar dos tempos.

A solidão é um sentimento que faz a pessoa sentir-se profundamente vazia e tremendamente isolada. Este sentimento não é apenas sentido pela ausência de se ter uma companhia, pois a pessoa que sofre deste problema tende a isolar-se e, normalmente, recusa ajudas externas.

A solidão é um estado de espírito que tem vindo a disseminar-se com o passar dos tempos..."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/solidao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14019" title="solidao" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/solidao.jpg" alt="" width="116" height="144" /></a><em><span style="color: #cd853f;">A solidão é um estado de espírito que tem vindo a disseminar-se com o passar dos tempos.</span></em></p>
<p>A solidão é um sentimento que faz a pessoa sentir-se profundamente vazia e tremendamente isolada. Este sentimento não é apenas sentido pela ausência de se ter uma companhia, pois a pessoa que sofre deste problema tende a isolar-se e, normalmente, recusa ajudas externas.</p>
<p>A solidão é um estado de espírito que tem vindo a disseminar-se com o passar dos tempos. Contudo, parece paradoxal, pois se, por um lado, existe um aumento das tecnologias de informação, redes sociais, formas de comunicar em tempo real para qualquer parte do Mundo; enfim, parece que quanto mais se evolui no que toca aos aspetos tecnológicos e às formas de diversão, mais cresce o sentimento de solidão no ser humano.</p>
<p>Num Mundo cada vez mais cheio de distrações, as pessoas sentem a dor de se sentirem sós, pois, apesar de até estarem quase sempre rodeadas por uma multidão ou apenas pelo seu grupo de amigos, sentem-se, muitas vezes, vazias e sem grandes perspetivas de futuro. Assim, vão trocando de relacionamento, de carro, de casa, de emprego ou mesmo de país, mas o que acontece mesmo é que o vazio continua e o isolamento é cada vez maior, parece que a luta é cada vez mais inglória, pois nada a preenche e nada faz a pessoa sair desse isolamento.</p>
<p>Como se pode resolver este tipo de problema? Qual é a melhor solução? Uma explicação para o que tem acontecido, mas que poucos dão conta desse facto e lhe dão importância, consiste em o ser humano estar cada vez mais afastado de Deus e das coisas espirituais. Esta “troca” foi um mau negócio para o ser humano, uma vez que o que possuímos e as situações que vivemos e pensamos que preencheriam o nosso coração e nos afastariam da solidão são passageiras. Já as espirituais são eternas, não são tão apelativas na aparência, mas são, de facto, na consistência e no conteúdo.</p>
<p>Desta forma, a solidão começa a ser destruída de uma vez por todas, o que faz com que tudo o resto seja apenas um complemento, um acessório da vida humana e não a procura incessante para destruir a solidão.</p>
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		<title>Ser negativo ou realista?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 13:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas pensam que não são negativas, dito de outra maneira, acham-se muito positivas, mas quando fazem um comentário mais negativo ou menos positivo, normalmente, defendem-se com a seguinte expressão: “Eu não sou negativo, sou apenas realista”.

Na verdade, muitas são as expressões que utilizamos no decorrer do nosso dia que traduzem sentimentos negativos, mas ainda assim procuramos mostrar que não são negativas, mas apenas realistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/happy__mediano.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-13868" title="happy__mediano" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/happy__mediano.jpg" alt="" width="173" height="130" /></a>Muitas pessoas pensam que não são negativas, dito de outra maneira, acham-se muito positivas, mas quando fazem um comentário mais negativo ou menos positivo, normalmente, defendem-se com a seguinte expressão: “Eu não sou negativo, sou apenas realista”.</p>
<p>Na verdade, muitas são as expressões que utilizamos no decorrer do nosso dia que traduzem sentimentos negativos, mas ainda assim procuramos mostrar que não são negativas, mas apenas realistas. Existe um chavão a este respeito &#8211; “copo meio cheio ou meio vazio” – ora, dito de uma forma mais simples, o otimista diz que está meio cheio, já o pessimista diz que está meio vazio. Ainda no outro dia ouvi uma expressão muito interessante: para uma pessoa negativa uma porta tem a chave e a fechadura, já para uma otimista tem a maçaneta e as dobradiças.</p>
<p>O melhor mesmo é observar as atitudes de cada pessoa, pois é aí que cada um mostra o que realmente está dentro de si. De nada adianta dizermos que somos positivos e depois as nossas atitudes mostrarem outra coisa. Ser positivo não se concretiza em palavras, pois como se costuma dizer: “essas leva-as o vento”, mas sim em atitudes. Mas será que todos conseguem ser positivos por si mesmos? Dificilmente! Ora, então, coloca-se a seguinte pergunta: como poderei vencer a negatividade?</p>
<p>Existe um fator, muitas vezes, desprezado por muitos e mal utilizado por outros, a FÉ. Ora, muitos dirão: “mas isso são coisas do passado”. Digo eu o contrário, que esta é cada vez mais uma “arma” fundamental para conseguirmos superar as dificuldades que temos de enfrentar. Todavia, será esta uma fé cega? Não, mil vezes não! É uma fé, ou seja, uma certeza de que teremos uma ajuda divina; e uma consciência de que se não tomarmos nenhuma atitude também nada acontecerá.</p>
<p>Mas, se agimos normalmente e nada muda, o que será que nos falta? A certeza de que a ajuda divina não nos falhará!</p>
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		<title>A Mentira e suas Consequências</title>
		<link>http://iurd.pt/a-mentira-e-suas-consequencias/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 10:07:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[A quem pense que a mentira não tem tanto “mau resultado” como parece. 

Ela pode até iludir temporariamente, mas amanhã, com certeza, terá suas consequências...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/mentir.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-13515" title="mentir" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/mentir.jpg" alt="" width="203" height="218" /></a>A quem pense que a mentira não tem tanto “mau resultado” como parece. Ela pode até iludir temporariamente, mas amanhã, com certeza, terá suas consequências.</p>
<p>Quantas mulheres estão ansiosas por encontrar o homem da sua vida&#8230; Ele enfim aparece, e ela se entrega por inteiro, deixando que essa entrega vá muito mais além do seus princípios morais lhe alertam. Para não o perder, para ser a melhor opção para ele, ela não tem capacidade de dizer “não” aos seus impulsos, e cai na armadilha de seus sentimentos.</p>
<p>Em nossa sociedade, não é anormal ter relações sexuais antes do casamento, mas em algumas culturas e meios sociais, ainda é atípico ficar grávida e não estar casada.</p>
<p>Engraçado, não é? Como a própria sociedade cai no rol da mentira. Querem enganar a quem? Querem ter a liberdade de ter relações sexuais, mas não aceitam o risco de uma gravidez. Já que a sociedade apóia tanto as relações íntimas, por que não esperam o fruto disso?</p>
<p>Muitos vão “levando a vida” lado a lado com a mentira, mas dizem que odeiam falar a mentira, e acabam praticando a mentira.</p>
<p>É como a menina solteira que se apaixona, se entrega e logo em seguida está grávida. Agora vem a dor por sentir que perdeu a sua liberdade, vem a dor da rejeição e até mesmo é abandonada. O tal namorado que a seduziu, agora a deixou. Sente-se traída e usada! Mas, eu pergunto: Ele assumiu algum compromisso com ela? Ela esperou o momento certo para que ele provasse que a amava, fazendo uma proposta de casamento? Não foi isso que ela semeou na relação entre ambos, se entregando antes do tempo?</p>
<p>A verdade é que ela espera receber o amor de alguém, que se comprometa, mas ela age sem compromisso.</p>
<p><span style="color: #999999;"><strong>Outro caso:</strong></span></p>
<p>Muitos vivem de festas, baladas, bailes funk e etc&#8230; Há uma alegria, diversão, e toda sorte de liberdade nesses ambientes. Por lá, tudo pode! Não há nada que seja proibido. O prazer anda solto! A bebida, o vício, a dança, as amizades e etc&#8230;</p>
<p>Mas quando chegam em casa, caem em tristeza, no vazio e na inquietação. Na semana seguinte, voltam a mesma prática, às mesmas coisas. E vivem mostrando por aí que a vida é para se curtir! E realmente até curtem uma alegria temporária, mas que nunca permanece!</p>
<p>Vivem de ilusão. Mostram aos demais que isso é que é desfrutar a vida! Agem na emoção, aos poucos sendo destruídos internamente, sem que ninguém veja o quão infelizes em realidade são.</p>
<p>E seus familiares vivem constantemente em pânico, devido aos vícios que este adquiriu, desde que embarcou nesta aventura do livre acesso, da vida solta. E o mau comportamento? Sem comentários. Não têm a mínima responsabilidade! Não têm nada estruturado. E aos poucos, vão ferindo a quem mais os ama.</p>
<p>Vivem uma mentira! Vivem se iludindo! Se enganam e são enganados também!</p>
<p><span style="color: #999999;"><strong>Não seja um deles!</strong></span></p>
<p>Se você está vivenciando uma mentira ou uma ilusão, não quero que se sinta mal, quero que reflita, porque você é a única pessoa que pode parar este sofrimento, quando você muda de direção, indo para o caminho que lhe vai trazer a verdadeira paz que tanto almeja. E por isso, eu digo:</p>
<p>Não fale apenas a verdade, mas seja verdadeiro. Seja realista com tudo, pois quem está disposto a isso, não vive de ilusão, nem se baseia nas emoções. Controle seus impulsos.</p>
<p>E não se preocupe pelo que já passou, mas aprenda dos seus erros, e não cometa-os novamente, para o seu próprio bem!</p>
<p><em>Há quem diga que errar é “humano”: <span style="color: #999999;"><strong>Mas mentir é errar conscientemente.</strong></span></em></p>
<p><em><strong><a href="http://vivifreitas.blogspot.com/" target="_blank"><span style="color: #993366;">by Vivi Freitas</span></a><br />
</strong></em></p>
<p><em><span style="color: #999999;"><strong><br />
</strong></span></em></p>
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		<title>Deixe-se de comparações!</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 11:23:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA["Há erros graves que impedem o ser humano de conquistar e de ser tudo o que ele tem capacidade para ser! No entanto, a gravidade maior reside no facto de estes erros serem mais comuns do que se pensa...

Ninguém é igual a ninguém! Cada um é um indivíduo único!..."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/05/4285.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-12718" title="4285" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/05/4285.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a><span style="color: #cd853f;">Congresso Financeiro</span></h2>
<p><span style="color: #cd853f;">Deixe-se de comparações!</span></p>
<p>por: Nilza Vaz<br />
14-05-10</p>
<p><em>Há erros graves que impedem o ser humano de conquistar e de ser tudo o que ele tem capacidade para ser! No entanto, a gravidade maior reside no facto de estes erros serem mais comuns do que se pensa&#8230;</em></p>
<p>Ninguém é igual a ninguém! Cada um é um indivíduo único! Não existe outra pessoa com a sua impressão digital, ainda que sejam gémeos idênticos! E eu não posso chegar a ser grande, se vivo constantemente a comparar-me com os outros!”, admoestou o orador, Pr. Walber Barboza, às centenas que o escutavam no mais recente Congresso, ao mesmo tempo que introduzia o tema do estudo da semana.</p>
<p>De facto, umas das “Razões que impedem a pessoa de ser uma milionária” é esta estabelecer, mais vezes do que é comum, uma comparação entre o que ela possui e o que os outros possuem. “&#8230; a pessoa torna-se refém do sentimento de incapacidade, pois quando colocamos como meta superar os outros, automaticamente, estamos a assumir que somos piores!”, continuou, rejeitando este comportamento nocivo e auto-destrutivo, característico de muitas pessoas.</p>
<p><span style="color: #cd853f;"><strong>Siga a sua visão!</strong></span></p>
<p>“Sermos todos os dias postos à prova é inevitável, entretanto, querer medir-se pelo que os outros são ou possuem, é como fechar as portas ao futuro. Somos seres únicos e providos de capacidade suficiente para alcançar uma vida de qualidade”, prosseguiu o orador a leitura, ressaltando que muitos pensam que é por adequarem a sua visão ou sonhos à visão de quem é bem-sucedido, que também o serão. “Você tem que manter a sua visão, porque é esta que o fará vencer!”, disse.</p>
<p>“Sucesso, fama ou fortuna são palavras que vão-se distanciando da realidade da pessoa devido às comparações que ela mesma vai fazendo”, referia o estudo, tendo o orador inferido que cada um de nós já nasceu vencedor, mas que, porém, se existe alguém em quem nos devemos espelhar, esta pessoa é Deus!</p>
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		<title>Sorriso largo pode aumentar vida</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 10:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[O segredo para uma vida longa pode ser simples: basta ter um sorriso que forme vincos ao redor dos olhos e levante as bochechas.

Os cientistas analisaram 230 fotografias de jogadores de basebol da liga principal, tiradas em 1952, e dividiram-nos em três grupos: sem sorriso, sorriso parcial (quando mexe apenas os músculos ao redor da boca) e sorriso amplo (envolve músculos ao redor da boca e dos olhos).

De acordo com o jornal Daily Mail, dos 184 desportistas que já tinham morrido, os da primeira categoria viveram, em média, 72,9 anos; os da segunda, 75; e os da terceira, 79,9. Portanto, os sorridentes tiveram sete anos a mais de vida em comparação com os que deixaram a expressão facial de lado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/05/4242.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-12454" title="42-15545422" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/05/4242.jpg" alt="" width="224" height="97" /></a><span style="color: #808000;">Sorriso largo pode aumentar vida</span></h3>
<p>por: Nilza Vaz<br />
14-05-10</p>
<p><span style="color: #808000;"><em>O segredo para uma vida longa pode ser simples: basta ter um sorriso que forme vincos ao redor dos olhos e levante as bochechas.</em></span></p>
<p>Os cientistas analisaram 230 fotografias de jogadores de basebol da liga principal, tiradas em 1952, e dividiram-nos em três grupos: sem sorriso, sorriso parcial (quando mexe apenas os músculos ao redor da boca) e sorriso amplo (envolve músculos ao redor da boca e dos olhos).</p>
<p>De acordo com o jornal Daily Mail, dos 184 desportistas que já tinham morrido, os da primeira categoria viveram, em média, 72,9 anos; os da segunda, 75; e os da terceira, 79,9. Portanto, os sorridentes tiveram sete anos a mais de vida em comparação com os que deixaram a expressão facial de lado.</p>
<p>Quem já começou a sorrir, mostrando bem os dentes a toda hora, pode desistir da ideia. Colocar um sorriso falso no rosto não oferece o mesmo benefício, já que a expetativa de vida extra tem relação apenas com um genuíno, conhecido como sorriso Duchenne, em homenagem ao neurologista francês Duchenne de Boulogne, que determinou que os sorrisos de felicidade verdadeira também utilizam os músculos dos olhos, além dos da boca.</p>
<p>O estudo acrescenta ainda evidências ao pensamento de que uma perspetiva positiva sobre a vida pode ter um forte impacto sobre a saúde.</p>
<p><span style="color: #808000;"><strong>AZEITONAS BOAS PARA O CORAÇÃO</strong></span></p>
<p><span style="color: #808000;"><strong><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/05/4244.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-12455" title="4244" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/05/4244.jpg" alt="" width="162" height="113" /></a></strong></span>Os seus ácidos gordos monoinsaturados ajudam a controlar o colesterol e dão energia ao organismo. São calóricas? Sim. Mas as suas gorduras são de boa qualidade, o que faz delas um alimento muito saudável. Este fruto do qual se extrai o azeite esconde no seu interior uma grande variedade de nutrientes de alto valor biológico. Tem um elevado conteúdo de água e as suas calorias rondam as 172 por cada 100 gramas. Por isso, deve ser ingerida em pequenas quantidades<strong>.</strong></p>
<p><span style="color: #808000;"><strong>REVOLUÇÃO NO PARTO NORMAL</strong></span></p>
<p>A indução do trabalho de parto e o uso de fórceps ou de ventosas podem vir a ser procedimentos excluídos do conceito de parto normal, segundo um documento em análise na Direcção-Geral da Saúde (DGS). “Pelo direito ao parto normal” é um projeto de promoção do parto natural “sem qualquer intervenção, mas assistido por profissional de saúde”, proposto por um vasto grupo de especialistas em saúde reprodutiva.</p>
<p>A indução do trabalho de parto (com recurso a medicamento ou ruturas de membranas), o uso de fórceps, ventosas ou anestesia geral ficam, segundo esta proposta, excluídos da classificação de parto normal, bem como o nascimento por cesariana.</p>
<p><span style="color: #808000;"><strong>COMER ATÉ O TALO</strong></span></p>
<p><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/05/4243.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-12456" title="4243" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/05/4243.jpg" alt="" width="101" height="144" /></a>Cascas, sementes, talos e algumas folhas carregam uma quantidade importante de nutrientes que o nosso corpo precisa. Em alguns casos, essas partes menosprezadas dos alimentos são até mais ricas em fibras e vitaminas do que aquilo que consideramos comestível. A dica, portanto, para o bem da nossa saúde – e do bolso também, é claro – é tentar aproveitar 100% das frutas e verduras. Muitos nutricionistas afirmam que só o facto de descascar qualquer alimento já faz com que ele perca uma boa parte da sua riqueza nutricional.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>Fonte: <a href="http://www.folhadeportugal.com/" target="_blank">folhadeportugal.com</a></em></span></p>
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		<title>Milhares à procura da justiça social</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 09:36:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia em que a crise mundial estiver oficialmente ultrapassada, Portugal não estará mais perto de sair dela. O País está vulnerável e um dos sintomas mais visíveis deste facto é o aperto cada vez maior por que têm passado as famílias portuguesas, por isso, muitos têm procurado um apoio alternativo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/05/4220.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-12373" title="PORTUGAL LISBOA - COSTA DO CASTELO" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/05/4220.jpg" alt="" width="180" height="126" /></a><span style="color: #003300;">Milhares à procura da justiça social</span></h3>
<p>por: Nilza Vaz<br />
12-05-10</p>
<p><span style="color: #003300;"><em>No dia em que a crise mundial estiver oficialmente ultrapassada, Portugal não estará mais perto de sair dela. O País está vulnerável e um dos sintomas mais visíveis deste facto é o aperto cada vez maior por que têm passado as famílias portuguesas, por isso, muitos têm procurado um apoio alternativo.</em></span></p>
<p>Para alterar o rumo do País, é preciso modificar radicalmente o modelo de funcionamento&#8230; a opinião é de grande parte dos economistas portugueses, que descrevem um país com problemas estruturais e que se aproxima, cada vez mais, da situação grega. Têm sido estes os gritos de alerta e as opiniões vaticinadas tendo em conta o atual momento que se vive em Portugal. Para muitos, o País tem vivido acima das possibilidades, ostentado por um endividamento excessivo e ampliado pelas desigualdades que perpetuam os desequilíbrios que existem há décadas.</p>
<p>A mesma opinião foi partilhada por Cavaco Silva no seu último discurso de 25 de abril. As intervenções do Presidente da República marcaram a atualidade política nos últimos anos.</p>
<p>Um ano depois, as dificuldades permanecem</p>
<p>Em 2009, ano de eleições europeias, legislativas e autárquicas, o chefe de Estado centrou a sua intervenção em dois temas: a crise e a participação cívica.</p>
<p>Nessa ocasião, Cavaco Silva defendeu no Parlamento que a crise que Portugal atravessava então não podia ser “iludida”, alertando para a incerteza de que esse fosse “um momento meramente transitório” de recessão económica.</p>
<p>“A crise que vivemos não pode ser iludida e, num dia como o de hoje, haverá com certeza muitos portugueses que se interrogam sobre se foi este o país com que sonhámos em abril de 1974”, afirmou. Salientando os “tempos difíceis, muito difíceis”, o chefe de Estado lembrou as centenas de trabalhadores lançados no desemprego, com um País dominado pelas notícias de encerramento de fábricas e de empresas “apesar dos esforços para combater a crise”.</p>
<p>Mais à procura de trabalho</p>
<p>No mês passado, as listas dos centros de emprego foram engrossadas por mais 64 mil pessoas, que se inscreveram como desempregadas, a larga maioria por terem visto terminar um trabalho precário. No total, somam-se já os 572 mil desempregados registados pelo Instituto do Emprego e da Formação Profissional. Destes, quatro em cada dez viviam na região Norte que, apesar de tudo, teve uma evolução menos negativa do que outras zonas do País, como o Algarve e a Madeira.</p>
<p>Sintomático é o facto de estar a disparar o número de desempregados há mais de um ano e a incapacidade crescente das famílias em dar resposta ao sobre endividamento, que tem vindo a aumentar. Para todos, urge encontrar uma solução, a qual se tem apresentado, na opinião de muitos, da forma menos convencional.</p>
<p><span style="color: #003300;"><strong>7 MIL DESEMPREGADOS/MÊS ATÉ AO FINAL DO ANO</strong></span></p>
<p>A lentidão com que Portugal sairá da crise terá fortes consequências no Mercado de trabalho e, a concretizar-se a previsão do Fundo Monetário Internacional, o País chegará ao final deste ano com perto de 614 mil desempregados. Durante este ano cairão no desemprego mais 86 mil pessoas.</p>
<p><span style="color: #003300;"><strong>RISCO DA BANCA NACIONAL JÁ É DOS MAIORES DA EUROPA</strong></span></p>
<p>A dívida portuguesa está em maus lençóis. A pressão sobre os juros já chegou às instituições financeiras. O risco de incumprimento da banca duplicou e alcançou o valor mais alto de que há memória. Se as condições desfavoráveis para o financiamento se mantiverem são as famílias e as empresas que vão ser afetadas no recurso ao crédito.</p>
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