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	<title>IURD Portugal &#187; Casos Verídicos</title>
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	<description>Ajudando a realizar o seu maior sonho!</description>
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		<title>&#8220;Fui preso!&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 10:06:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA["Quando completei 38 anos fui preso com uma pena de 4 anos e 3 meses..."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/albertino.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15014" title="albertino" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/albertino.jpg" alt="" width="173" height="90" /></a>&#8220;Sou Albertino Ramos Medina e conheci as drogas com 18 anos. Comecei a usar por diversão, mas com 27 anos de idade, comecei a vender nas ruas (traficar).</p>
<p>Quando completei 38 anos fui preso com uma pena de 4 anos e 3 meses, mas saí depois de 1 ano por bom comportamento. Neste período já ouvia a programação de rádio e fazia minhas orações com o pastor.</p>
<p>Quando saí da prisão voltei a vender e a usar drogas. Foi quando decidi internar-me, mas não resolveu…</p>
<p>Entretanto, uma obreira convidou-me a ir à igreja, só que eu não conseguia ficar firme. Então no inicio do ano 2009, decide dar um novo rumo à minha vida. Seguindo a orientação do homem de Deus, comecei a participar nas reuniões e a usar minha fé nos propósitos realizados.</p>
<p><em>Hoje estou firme com Deus e sinto-me diferente, forte na fé, com desejo de ser usado na obra d’Ele. Faço parte do grupo de evangelização e levo às pessoas as mesmas palavras que me salvaram.&#8221;</em></p>
<p><em>Albertino Ramos Medina</em></p>
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		<title>Atitude</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 16:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu era uma mulher triste e vazia. Tinha um bom emprego, boa formação profissional e académica, mas era infeliz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #b22222;"><strong>UM TESTEMUNHO QUE RELATA A HISTÓRIA DE DUAS VIDAS E DE UM CASAMENTO QUE FORAM SALVOS PELA FÉ</strong></span></p>
<p><span style="color: #b22222;"><strong><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/lidia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14769" title="lidia" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/lidia.jpg" alt="" width="173" height="90" /></a></strong></span></p>
<p>&#8220;Eu era uma mulher triste e vazia. Tinha um bom emprego, boa formação profissional e académica, mas era infeliz. Queria mudar de marido, esconder a verdade e usava a minha formação em psicologia para transformar a minha dura realidade. E nada! Foi num sábado à tarde que entrei na IURD pela primeira vez, há aproximadamente sete anos. Dia após dia, as mudanças aconteciam dentro de mim.</p>
<p>Passado um mês, estava numa reunião quando o Bispo falou sobre a Fogueira Santa. Enquanto ele falava, senti o meu coração aquecer, parecia queimar, e algo dentro de mim dizia: <em>&#8220;É a tua oportunidade de mudar de vida. Toma uma atitude de fé&#8221;.</em></p>
<p>Tudo exige sacrifício e porque não fazer o melhor para Deus? Resolvi aplicar o que ouvi e pedi a Deus o seguinte: <em>&#8220;Meu Deus, vou fazer isso. Vou assumir um compromisso contigo, vou-me sacrificar, mas quero o meu marido como um homem de Deus, um homem transformado. Quero que ele venha para esta Igreja e que nós dois possamos servir-te aqui, até ao último dia das nossas vidas.”</em></p>
<p><span style="color: #b22222;"><strong>O CAMINHO DO SACRIFÍCIO</strong></span></p>
<p>Assim direcionei a minha vida. Uma atitude de fé para o sacrifício, até que chegou o dia em que tive a oportunidade de participar na Fogueira Santa. Ia todos os dias à Igreja e comecei a ver o meu esposo com bons olhos, como um homem transformado. Jesus acabou por mudar o caráter do meu marido. Ele começou a ir comigo à Igreja todos os dias e sentiu-se incomodado ao contar-me os seus erros. Foi assim que me convidou a fazer uma viagem com ele e, durante o trajeto, pediu-me que pegasse no seu telemóvel e perguntasse de quem era o nome de cada mulher que estava na sua agenda, porque ele queria-me contar que tipo de relacionamento teria tido com ela, para que depois os fosse apagando.</p>
<p><span style="color: #b22222;"><strong>O SUCESSO PROFISSIONAL</strong></span></p>
<p>Foi, então, que o meu marido percebeu que era um novo homem, mas mesmo assim sentia-se fracassado profissionalmente. Na altura, decidiu resgatar uma empresa que tinha sido aberta por causa de um produto que ele próprio havia criado. Fartou-se de procurar um sócio e acabou por comentar comigo. Quando ouvi isso, aquele mesmo impacto que me levou a participar na Fogueira Santa dizia-me: <em>&#8220;Você é a sócia que ele busca. Tome uma atitude, saia do seu emprego e decida caminhar junto com ele nessa direção&#8221;.</em></p>
<p>Imaginem, eu tinha um emprego sólido e seguro, mas decidi arriscar. Tínhamos a orientação contínua de homens de Deus da Igreja Universal e, quando chegou a Fogueira Santa seguinte, a Junho de 2003, estávamos cada vez mais fortes, continuando a ir à Igreja e a aplicar a fé. Três meses depois, o meu esposo foi chamado por uma grande empresa para fechar um contrato de 1 milhão de reais.</p>
<p>Tínhamos aprendido o caminho da fé, da aliança com Jesus e do sacrifício. Investíamos no altar e no mercado. Hoje, somos um grupo empresarial que já caminha para uma holding de seis empresas, com aproximadamente 6 mil empregos. Somos uma empresa líder de mercado no Brasil e internacionalmente.</p>
<p>Os nossos corações estão gratos e sem qualquer apego a nada. Somos perseguidos e invejados, mas continuamos a agir a nossa fé. Tudo começou com uma atitude de coragem e de fé n’Aquele que pode todas as coisas: JESUS.”</p>
<p><em>LÍDIA COSTA</em></p>
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		<title>Prosperidade</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 14:02:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem é que já não ouviu a história de vida de alguém que tinha tudo, e, de repente, ficou sem nada? Pois é, existem milhares, mas nem todas têm um final feliz como a história de Guilhermina.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/guilhermina.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14534" title="guilhermina" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/guilhermina.jpg" alt="" width="173" height="90" /></a><span style="color: #800000;">Da miséria para a Prosperidade</span></h3>
<p><em>QUEM É QUE JÁ NÃO OUVIU A HISTÓRIA DE VIDA DE ALGUÉM QUE TINHA TUDO, E, DE REPENTE, FICOU SEM NADA? Pois é, existem milhares, mas nem todas têm um final feliz como a história de Guilhermina.</em></p>
<p>“O meu maior problema era financeiro, pois, morava numa barraca que era a capoeira da minha mãe. Não tinha nada! Dormia com as minhas quatro filhas numa cama, não tinha casa de banho e, quando havia um temporal, a barraca abanava, chovendo mais dentro do que fora, isto sem contar com os ratos, as pulgas, etc. Apesar de ter emprego, de trabalhar sábados, domingos e feriados, de não ter folgas, de ter uma boa saúde e disposição para trabalhar, o dinheiro não chegava. Não tinha condições de comprar carne para as minhas filhas, de lhes dar uma alimentação mais consistente, dando-lhes a carcaça do frango.</p>
<p>O meu fundo de poço foi quando tive que ir ao lixo buscar comida para dar às minhas filhas. Em Cabo Verde, tinha uma boa vida – um estúdio de fotografia, um restaurante, duas empregadas em minha casa e dois carros – mas perdi tudo, devido a essa força negativa que é a inveja” – conta-nos Guilhermina. Esta recorda o episódio que tanto a marcou: “Um dia, quando a minha patroa me deu o lixo para ir deitar fora, esperei que ela saísse, tirei os pedaços de frango e comi-os. Doeu muito e cheguei a chorar. Nessa altura, só tinha o dinheiro da passagem para casa, mais nada.</p>
<p>Lembrei-me logo da minha vida em Cabo Verde – era professora, tinha sucesso, uma carreira e uma vida estável. E aqui o dinheiro não dava para nada, não conseguia conquistar nada!”</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>O CONVITE</strong></span></p>
<p>A irmã de Guilhermina, sabedora da situação precária em que esta vivia, fez-lhe o convite que mudou por completo a sua vida. “Cheguei ao Centro de Ajuda Espiritual através da minha irmã, que me convidou a participar numa reunião.</p>
<p>Não ofereci qualquer resistência, pois ao primeiro convite aceitei, já que do jeito que estava a minha vida, não dava mais para esperar. Entrei carregada, mas, logo na primeira reunião, abri o meu coração, expressei a minha dor na minha oração e chorei. Mas quando saí, já estava aliviada, pois, houve uma manifestação do poder de Deus na minha vida. E quando ouvi a proposta da Fogueira Santa do Monte Sinai, vi a oportunidade de ver o meu sonho e o das minhas filhas realizado. Por isso, materializei a minha fé, através do sacrifício. Hoje, tenho uma casa com tudo, as minhas filhas são bem sucedidas, todas têm carros e são amigas umas das outras.</p>
<p>Tenho seis filhas, quatro têm casa própria, uma delas tem um salão de cabeleireiro, muito bem-sucedido e comprou dois andares, outra é delegada comercial e, recentemente, foi promovida a diretora.”</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>GUILHERMINA MONTEIRO – S. MARCOS (CACÉM)</em></span></p>
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		<title>Realização Total</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 14:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos Verídicos]]></category>
		<category><![CDATA[home4]]></category>

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		<description><![CDATA["Ainda grávida da sua primeira filha, Regina ficou muito doente, depois de apanhar paludismo em África..."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/regina.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14313" title="regina" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/07/regina.jpg" alt="" width="180" height="178" /></a>Ainda grávida da sua primeira filha, Regina ficou muito doente, depois de apanhar paludismo em África. “Na altura, não comia, não bebia e comecei a ficar desidratada. Tive que ser internada, receber soro e medicação, durante alguns meses. De seguida, tive uma paralisia facial do lado direito e mal conseguia falar. Para além de tudo isso, fiquei com uma alergia no sangue, devido à medicação que estava a fazer.</p>
<p>Foi um problema muito grave, porque, fiquei muito inchada, não conseguia fechar as mãos, nem me conseguia sentar. Vivia à base de injecções”. Para piorar ainda mais a sua situação, a sua filha também apanhou paludismo, tendo de levar injecções. “Foi desta forma que cheguei ao CdAE, onde fui bem recebida e onde o pastor me orientou”.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>A FUGA</strong></span></p>
<p>“Chegou uma altura em que queria mais e achava que conseguia aquilo que pretendia sem a ajuda de Deus. Então, decidi ir para outro país com as minhas duas filhas e deixei o meu marido, que não quis ir comigo. Parti de carro, com as minhas filhas, passando por Espanha e por França. O Mundo foi-me proporcionando tudo, mas, depois, também me tirou tudo! Fui obrigada a mandar as minhas filhas de volta para ao pé do pai, pois, fiquei sem dinheiro, sem trabalho e na miséria. Saí do apartamento onde morava para ir para um quarto”. Foi, assim, que Regina se viu no fundo do poço.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>A VOZ DA MUDANÇA</strong></span></p>
<p>“Um dia, o meu marido ligou-me para me pedir que voltasse para ao pé das minhas filhas e disse-me que estava à minha espera. Então, decidi falar com o meu patrão, mas ele disse-me que não me pagava. Nesse mesmo dia, todo o dinheiro que tinha, usei-o para meter gasolina na Suíça. Fui até ao CdAE, falei com o pastor, que me aconselhou. Continuei a fazer os meus propósitos, pedindo forças a Deus. Quando já estava a sentir-me bem, paguei o que devia e vim-me embora. Mas, ainda fiz o meu sacrifício na Suíça.</p>
<p>Hoje, estou bem. Entreguei outra vez a minha vida a Deus, porque sem Ele nada sou e sem Ele nada posso! As minhas duas filhas estão bem, tenho o meu casamento restaurado e, a cada dia, agradeço a Deus por isso.</p>
<p>Eu mudo de carro de dois em dois anos, o meu marido tem o seu próprio carro e uma das minhas filhas está para entrar para a universidade. Hoje, sei que sem sacrifício não chegava onde cheguei!”</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>REGINA AMARO &#8211; CRUZ DE PAU</em></span></p>
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		<title>Curada</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 11:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos Verídicos]]></category>
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		<description><![CDATA[Com muita perseverança, Fé e determinação, consegui ficar livre da doença, que para os médicos era incurável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/manuela.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14007" title="manuela" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/manuela.jpg" alt="" width="173" height="90" /></a><span style="color: #cd853f;">Curada de Psoríase</span></h3>
<p><span style="color: #cd853f;"><em>COM MUITA PERSEVERANÇA, FÉ E DETERMINAÇÃO, CONSEGUI FICAR LIVRE DA DOENÇA, QUE PARA OS MÉDICOS ERA INCURÁVEL.</em></span></p>
<p>“Tinha psoríase, um problema de saúde que, para os médicos, não tem cura. Era uma doença que me provocava feridas, desde a cabeça até aos pés, e muita comichão. Passava as noites sem dormir e coçava o corpo todo, a ponto de saírem escamas das feridas e sangue. Tanto os meus ossos como a minha vida familiar foram afetados, até cheguei a ter nojo do meu próprio corpo.</p>
<p>As pessoas olhavam para mim e sentiam asco, muitas não chegavam perto de mim com medo de apanharem a doença.</p>
<p>Este sofrimento durou cinco anos, tendo consultado vários médicos, tomado vários medicamentos e sido sujeita a fototerapia para queimar as células envenenadas que davam origem à doença. Cheguei, muitas vezes, a desanimar e chorava muito.</p>
<p>Até tomar uma decisão e uma atitude: comecei a fazer as correntes da saúde, sem nunca esquecer o tratamento médico. Com muita perseverança, fé e determinação, consegui ficar livre da doença, que para os médicos era incurável.</p>
<p>Lutei durante cinco anos, e, hoje, estou livre da doença e das próprias marcas.”</p>
<p><em><span style="color: #cd853f;">MANUELA FERNANDA SANTOS – PORTO</span></em></p>
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		<title>Conquista</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 10:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[home4]]></category>

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		<description><![CDATA[“Vim de uma família que se pode chamar de normal, mas quando o meu pai faleceu eu ainda era muito pequena. Entretanto, a minha mãe decidiu refazer a vida dela com outra pessoa e, quanto estava perto de fazer seis anos, ela resolveu dar-me a uma outra família para me criarem. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/helena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-13845" title="helena" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/helena.jpg" alt="" width="173" height="90" /></a>“Vim de uma família que se pode chamar de normal, mas quando o meu pai faleceu eu ainda era muito pequena. Entretanto, a minha mãe decidiu refazer a vida dela com outra pessoa e, quanto estava perto de fazer seis anos, ela resolveu dar-me a uma outra família para me criarem.</p>
<p>Foi aí que começou um novo ciclo na minha vida, fui crescendo com essa família e não tive mais contacto com a minha mãe. Cuidaram muito bem de mim e não me faltava nada, mas cresci muito revoltada, insegura e magoada. Ao entrar na adolescência, fui percebendo que tinha sido alvo de uma rejeição e isso criou dentro de mim um vazio muito grande, uma depressão, um desespero e uma tristeza imensa.</p>
<p>Já adulta senti necessidade de procurar a minha mãe, mas como não sabia nada acerca dela, procurei um irmão que me ajudou a encontrá-la. Ele também tinha deixado de morar com ela, porque sofria maus-</p>
<p>-tratos. Acabámos por a conseguir encontrar, mas ela disse-me logo que não me reconhecia como filha. Entretanto, ausentei-me do país, mas ainda fui trocando correspondência com ela, apesar de, na maioria das vezes, ela nem sequer me responder. Passado algum tempo, ela acabou por falecer.</p>
<p>Lembro-me também de sair à noite com os namorados em busca da realização interior, para preencher aquele vazio que sentia. O que também me levou a procurar a leitura das cartas e a bruxaria. Acabei por ficar noiva três vezes e, na véspera do casamento, sentia um pavor imenso e não conseguia casar.</p>
<p>Pediam-me uma explicação e eu não tinha nenhuma para dar.</p>
<p><span style="color: #cd853f;"><strong>UMA VOZ QUE CHAMAVA</strong></span></p>
<p>Uma certa noite, recordo-me de estar muito mal e de decidir ligar o rádio. Então, comecei a ouvir um pastor a chamar para ir ao domingo ao CdAE. Fui e tive a minha primeira experiência com o poder de Deus. Lembro-me de que tanto eu como a minha irmã fumávamos muito e, logo no primeiro dia, recebi uma oração e determinei que deixaríamos de fumar. Depois de quinze dias, já não havia mais vontade de fumar e aí percebi que tinha tido ajuda de uma força maior. Iniciei uma corrente de libertação, deixei de estar deprimida e de tomar os anti-depressivos que me acompanhavam há quatro anos. Também bebia muito e gradualmente fui deixando o álcool. Aos poucos, fui vendo melhoras e a mudança aconteceu dentro de mim.</p>
<p>Tenho um irmão que teve um problema sério de saúde, por causa de um relacionamento mal resolvido. A namorada dele colocou-lhe 605 Forte na comida e ele esteve internado bastante tempo. O diagnóstico do médico era que ele não sobreviveria e, que caso sobrevivesse, ficaria com grandes sequelas. Orei e ele teve alta, ficando curado.</p>
<p>Recordo-me de participar na Fogueira Santa pela minha vida sentimental. Na época, eu estava no Brasil, desfiz-me das minhas roupas e de tudo o que tinha valor sentimental para conseguir o meu sacrifício. E nem demorou duas semanas até Deus me abençoar, pois, logo em seguida, conheci o meu marido. Eu que não conseguia ter filhos, hoje tenho duas filhas”.</p>
<p><span style="color: #cd853f;"><em>HELENA</em></span></p>
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		<title>Estive paralisada&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 11:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos Verídicos]]></category>

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		<description><![CDATA[O meu sofrimento começou com paralisia do lado direito do corpo. Fiz tratamentos com medicamentos e por várias vezes estive internada no hospital. Depois apareceu outro problema: a cegueira nos dois olhos. Também fiz tratamentos com medicamentos, mas não houve qualquer resultado. Fui operada à vista direita, mas correu bastante mal. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/maria.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-13735" title="maria" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/maria.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>“Glaucoma é a designação genérica de um grupo de doenças que atingem o nervo óptico e envolvem a perda de células ganglionares da retina num padrão característico de neuropatia óptica.</p>
<p>A pressão intraocular elevada é um factor de risco significativo para o desenvolvimento de glaucoma, não existindo contudo uma relação causal directa entre um determinado valor da pressão intraocular e o aparecimento da doença — enquanto uma pessoa pode desenvolver dano no nervo com pressões relativamente baixas outra pode ter pressão intraocular elevada durante anos sem apresentar lesões.</p>
<p>Se não for tratado o glaucoma leva ao dano permanente do disco óptico da retina, causando uma atrofia progressiva do campo visual, que pode progredir para tambem a perda de cílios cegueira <em>(2010, Junho; Wikipédia, a enciclopédia livre)</em>”.</p>
<h4><span style="color: #b22222;">“Estive paralisada do lado direito do corpo e totalmente cega.”</span></h4>
<p>O meu sofrimento começou com paralisia do lado direito do corpo. Fiz tratamentos com medicamentos e por várias vezes estive internada no hospital. Depois apareceu outro problema: a cegueira nos dois olhos. Também fiz tratamentos com medicamentos, mas não houve qualquer resultado. Fui operada à vista direita, mas correu bastante mal.</p>
<p>Mais tarde tive um glaucoma na vista esquerda, a partir deste dia deixei de ver por completo. Por esta razão fui novamente internada no Hospital, mas desta vez em Coimbra. Detectaram uma tensão arterial da visão de 5,9. Estava muito mal, tive duas convulsões derivado ás medicações, as quais eram muito fortes. Mais tarde mandaram-me para casa com tratamentos. Dependia de outros para me guiarem, mas sempre que eu podia fazia para não ser um estorvo para ninguém. Era bastante infeliz.</p>
<h4><span style="color: #b22222;">“A minha cura.”</span></h4>
<p>A minha cura aconteceu da seguinte forma, quando entrei no Centro de Ajuda Espiritual, foi a primeira vez que lá coloquei os meus pés e ouvi com muita atenção o que o pastor falava, acerca da Palavra de Deus. Fiz os meus votos com Deus que aumentavam a minha fé, pois comecei a sentir uma transformação no meu ser, mas foi na Campanha de Israel que eu mudei a minha vida por completo: pois o que estava declarado pela medicina que eu não iria ser mais a mesma, foi desmentido completamente pela minha cura.</p>
<p>Após entregar o meu sacrifício no altar de Deus, eu comecei a ver, as minhas vistas ficaram limpas e hoje posso andar. Hoje faço a minha vida e tudo aquilo que não podia. Prova disso é trabalhar na terra, plantar, regar, cuidar, faço tudo sozinha, não esquecendo da lida de casa. Agradeço a Deus por cada passo, por cada mirada.</p>
<p><em><span style="color: #b22222;">Maria da Piedade Gonçalves Martins Correia -Fundão</span></em></p>
<p><span style="color: #b22222;"><strong><em>Centro de Ajuda Espiritual &#8211; Fundão</em></strong></span></p>
<p><em>Contacto: 967 909 331</em></p>
<p><em>Quinta da Ordem Lote 4 (perto da Higibeira)</em></p>
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		<title>O Sacrificio&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 13:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos Verídicos]]></category>
		<category><![CDATA[home4]]></category>

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		<description><![CDATA["Durante 10 anos sofri com hemorragias, entrava no hospital de 15 em 15 dias, e tinha também um problema na coluna – uma hérnia discal, que me obrigou a ficar de cama um ano e meio, sem poder fazer literalmente nada”, conta Dulce.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/testemunho.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-13581" title="testemunho" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/testemunho.jpg" alt="" width="173" height="90" /></a><span style="color: #b22222;">O Sacrificio feito por um Sonho</span></h3>
<p><em>De tempos a tempos, na Igreja Universal do Reino de Deus, é realizada a Fogueira Santa. Uma campanha em que os pedidos de pessoas de todo o Mundo são levados por vários bispos e pastores ao Monte Sinai. O Monte Sinai é para aqueles que sabem o que querem e não se contentam com alguns resultados.</em></p>
<p>&#8220;Durante 10 anos sofri com hemorragias, entrava no hospital de 15 em 15 dias, e tinha também um problema na coluna – uma hérnia discal, que me obrigou a ficar de cama um ano e meio, sem poder fazer literalmente nada”, conta Dulce.</p>
<p>Para além dos problemas de saúde, existiam também problemas no seu casamento, pois apesar de Dulce amar o seu marido e de ser amada, esta não conseguia estar do seu lado sem discutir.</p>
<p><em><span style="color: #b22222;"><span style="color: #333333;">Chegou a tentar o suicídio:</span> &#8220;NUMA NOITE, ENQUANTO O MEU ESPOSO DORMIA, AGARREI NA GARRAFA DA LIXÍVIA PARA ACABAR COM A MINHA VIDA. ENTREI EM DESESPERO, DEPRESSÃO E ACABEI POR SER DESPEDIDA&#8221;</span></em></p>
<p>“Eram discussões constantes, todos os dias, e ninguém conseguia dormir, pois só me acalmava pela manhã, quando o meu marido saía para o trabalho”, lembra.</p>
<p>E, continuando, afirma: “Tive ainda uma suposta gravidez, pois tinha uma barriga grande e todos os sintomas. Cheguei até a ir à urgência com dores de parto, mas a médica disse-me:</p>
<p>&#8220;D. Dulce, a senhora não está grávida&#8221;. Para além disso, ouvia vozes e via vultos”.</p>
<p>Em busca da solução para os seus problemas, Dulce e o marido bateram em muitas portas, inclusive, o seu esposo, aconselhado pela cunhada, mandou-a para S. Tomé.</p>
<p><span style="color: #b22222;"><strong>SOLUÇÃO:</strong></span></p>
<p>A  tentativa de suicídio fez parte dos planos de Dulce, que entrou em  desespero com a depressão e a falta de emprego</p>
<p>“Na altura, fui para S. Tomé para ser tratada por um bruxo. Fiquei lá uma semana, mas voltei com os mesmos problemas. Continuei com os tratamentos, mas nada mudou”, relembra Dulce. O seu sofrimento era tão grande que chegou a tentar o suicídio: “Numa noite, enquanto o meu esposo dormia, agarrei na garrafa da lixívia para acabar com a minha vida. Entrei em desespero, depressão e acabei por ser despedida”.</p>
<p><span style="color: #b22222;"><strong>A REVIRAVOLTA</strong></span></p>
<p>“Tomei conhecimento do CdAE através de uma obreira que me convidou a participar nas reuniões. No início, não queria ir, mas acabei por aceitar”, conta Dulce. “O meu esposo era contra eu frequentar o CdAE, mas perseverei e nunca abandonei Deus. Coloquei a minha fé em ação, participei nas reuniões em favor da família e da saúde, em propósitos, na Fogueira Santa de Israel e Deus honrou a minha fé. Fui ao médico, fiz um TAC e a minha cura foi constatada.</p>
<p>E, hoje, no meu casamento há paz!”, concluiu Dulce.</p>
<p><span style="color: #b22222;"><em>DULCE GONÇALVES – RIO DE MOURO</em></span></p>
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		<title>Ódio pelo Filho</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 11:01:50 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Casos Verídicos]]></category>
		<category><![CDATA[home4]]></category>

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		<description><![CDATA[“Quando cheguei ao Centro de Ajuda Espiritual carregava uma tristeza, uma revolta, um medo e uma vontade de magoar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="color: #003366;">O Ódio pelo meu filho deu lugar a um grande amor e carinho!</span></h4>
<p><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/deotilia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-13420" title="deotilia" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/06/deotilia.jpg" alt="" width="173" height="90" /></a></p>
<p>“Quando cheguei ao Centro de Ajuda Espiritual carregava uma tristeza, uma revolta, um medo e uma vontade de magoar. Sofria com problemas hereditários, duas hérnias discais e um princípio de esgotamento, encontrando-me a fazer tratamentos para as dores de cabeça e de costas.</p>
<p>Também descobri que fizeram um bruxedo para me matar e ao meu filho. E devido a essa revolta, cheguei a culpar o meu filho pelos meus problemas, acabando por lhe morder e bater. Para piorar ainda mais a minha situação, apareceram-me dois quistos em ambos os seios e uma hemorragia”.</p>
<p><span style="color: #003366;"><strong>UM PASSO DE FÉ</strong></span></p>
<p>“Foi sem forças que cheguei ao Centro Ajuda Espiritual. Aos poucos, fui-me libertando. Agora, estou curada e liberta! Tenho paz e o ódio que sentia pelo meu filho deu lugar a um grande amor e carinho. Hoje, dou graças a Deus por tudo o que Ele fez por mim e pelo meu filho”.</p>
<p><span style="color: #003366;"><em>DEOTÍLIA DIAS – ESPINHO</em></span></p>
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		<title>Vida Maravilhosa!</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 16:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ellopes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[home4]]></category>

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		<description><![CDATA[Comecei a participar na Fogueira Santa do Monte Sinai desde que me lancei de corpo, alma e espírito numa fé sobrenatural.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/05/anabela.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-13106" title="anabela" src="http://iurd.pt/wp-content/uploads/2010/05/anabela.jpg" alt="" width="173" height="90" /></a>“Comecei a participar na Fogueira Santa do Monte Sinai desde que me lancei de corpo, alma e espírito numa fé sobrenatural. O que exigiu de mim um sacrifício era o problema que eu tinha em casa, com a minha família. O meu marido e o meu filho não se entendiam de jeito nenhum, era uma luta tremenda entre os dois.</p>
<p>Até ao ponto de uma senhora, que viu a luta que eu passava em casa, me dizer se eu queria ir ao Centro de Ajuda Espiritual, ao que eu acedi na hora. Pois, não sabia mais para que lado me virar, já que se apoiava um, virava inimiga do outro. Então, o pastor orientou-me e eu foi tendo sabedoria para lidar com a situação, em estar com um e com o outro. Até que veio a Fogueira Santa do Monte Sinai e eu lancei-me logo. Apesar de não saber como participar, porque era a primeira vez, houve uma obreira que me explicou o que era o sacrifício e o porquê da subida ao Monte Sinai.</p>
<p>Eu sacrifiquei e Deus respondeu-me logo. E desde aí nunca mais deixei de participar na Fogueira Santa e coisas maravilhosas têm acontecido na minha vida. Primeiro, conquistei um carro zero quilómetros, pois antes vinha para a igreja num Mini todo velho; depois, a reconciliação familiar; de seguida, a prosperidade, tendo demolido a casa velha e construído uma nova de raiz; já troquei de carro várias vezes e, agora, tenho um Mercedes; tenho uma firma com 50 funcionários e 7 carrinhas, uma casa no Brasil, uma loja de roupas, um salão de cabeleireiro, dois andares, um casarão no Alentejo; quer dizer, com Deus arrebentamos. Crescemos, crescemos, crescemos!”</p>
<p><em>ANABELA FRANGÃO</em></p>
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